O Governo alemão mantém sua preferência pelo fabricante austríaco-canadense Magna como candidato para adquirir a Opel, erectile após analisar minuciosamente a oferta melhorada desta companhia.
Assim informou hoje o porta-voz do Governo alemão, pills Ulrich Wilhelm, horas antes de começar na Chancelaria uma reunião com representantes da General Motors (GM) para fazer “uma primeira troca de opiniões” sobre os três projetos, cujo objetivo é conseguir “até a próxima semana uma postura conjunta”.
Wilhelm não quis confirmar que a parte americana prefere a oferta da sociedade belga de investimentos RHJ International, filial da americana Ripplewood, mas deixou transparecer que esse é o caso, ao insistir na necessidade de que a solução deve ser conjunta.
“O Governo alemão não é o vendedor. É a General Motors e o Estado americano, como acionista majoritário. Mas nós somos o principal avalista e, sem nós e os países europeus afetados, também não há solução possível”, disse.
Wilhelm não quis descartar que nos próximos dias possa haver um debate muito “polêmico”, mas insistiu em que, no final, “não pode haver êxito se a solução não for conjunta”.
Os três investidores interessados em adquirir a Opel – a RHJ, o fabricante chinês Baic e a Magna, que coopera com o fabricante de automóveis russo GAZ e com o banco Sberbank – apresentaram na segunda-feira passada a última versão de suas ofertas.
Os especialistas acham que a RHJ é a favorita da GM, entre outros motivos, porque possibilitaria a longo prazo a recompra da Opel pela até agora casa matriz.
Nos círculos especializados, dá-se por certo que a oferta chinesa não conta com o apoio de nenhuma das duas partes.