O Governo afegão disse hoje que um dos alemães seqüestrados pelos talibãs continua vivo e o outro morreu por causa de um ataque cardíaco. “Nossas forças de segurança tentarão garantir uma volta segura do cidadão alemão que ainda continua vivo”, website like this anunciou um porta-voz do Ministério de Exteriores afegão, Ahmad Baheen.
Os talibãs disseram hoje ter executado os dois alemães e os cinco afegãos que os acompanhavam, que teriam sido levados como reféns pelos insurgentes na quarta-feira passada.
“Nossas agências de segurança nos informam que um dos engenheiros alemães está vivo e que o segundo morreu de um ataque do coração e de calor”, afirmou Baheen, que não quis revelar quem são os seqüestradores.
O desmentido do Governo afegão coincide com a informação divulgada pela televisão pública alemã “ARD”, que afirma que um dos dois engenheiros seqüestrados morreu por parada cardíaca, esgotamento e calor, enquanto o outro continua em poder de seus seqüestradores, que poderiam não ser talibãs.
O Governo alemão não tinha confirmado nem sequer que os seqüestrados estivessem em poder dos talibãs, enquanto a chanceler Angela Merkel tinha rejeitado, em entrevista, a possibilidade dessa retirada de tropas.
Os insurgentes seqüestraram na quinta-feira passada cerca de vinte missionários coreanos, quinze deles mulheres, na província de Ghazni (leste), enquanto os dois alemães e os cinco afegãos teriam sido levados como reféns na localidade vizinha de Maidan Wardak.
A Alemanha tem 3.000 soldados no Afeganistão dentro do contingente da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf), sob comando da Otan.