Os partidários do presidente venezuelano, health Hugo Chávez, online e dirigentes do grupo de comunicadores socialistas e do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) se juntaram no oeste de Caracas.
Já manifestantes opositores e diretores do Colégio Nacional de Jornalistas (CNP, dosage em espanhol) e do Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP, em espanhol), assim como de outras entidades profissionais e partidos políticos, o fizeram em uma praça do leste da capital venezuelana.
As manifestações antagônicas fazem parte das atividades pela celebração hoje do Dia Nacional do Jornalista na Venezuela.
O presidente do CNP, William Echeverría, denunciou que a saída do metrô de Caracas próxima à praça onde protestam foi bloqueada, o que considerou como “sabotagem” por parte do Governo.
Os dirigentes governistas convocaram uma passeata contra o “terrorismo midiático” que, segundo eles, é exercido por veículos de imprensa privados, e a favor da “democratização” da comunicação no país.
A direção do CNP, por sua vez, convocou um protesto contra a suposta “estratégia do Governo de asfixiar a imprensa independente” por meio da abertura de processos administrativos e judiciais.
A entidade reguladora das telecomunicações na Venezuela, Conetal, abriu processos que podem levar à retirada da permissão de transmissão da rede de televisão privada “Globovisión”.
A emissora – que, em sua opinião, apenas reflete a “realidade” do país – foi multada em US$ 4,2 milhões pela Conatel e pela receita federal venezuelana por casos correspondentes a 2002 e 2003.