Savina disse à rede de televisão “PAT” que os habitantes do departamento serão respeitosos com Morales em sua visita.
A presença de Morales foi várias vezes rejeitada em Sucre, com mobilizações cívicas, já que é uma região com dirigentes opositores como as governadoras Savina e Aydeé Nava e o dirigente cívico Jhon Cava, entre outros.
Savina enfatizou que os membros do Governo não devem chegar a Sucre para fazer provocações, campanha ou militarizar a cidade, mas somente para participar das comemorações.
Morales dirigirá uma mensagem ao país na quinta-feira de manhã, em Sucre, na Casa da Liberdade, um monumento emblemático da cidade onde a independência da Bolívia foi assinada em 1825.
Os conflitos entre os líderes opositores de Sucre e Morales começaram quando o partido do governante rejeitou, em 2007, na Assembleia Constituinte, debater a mudança dos poderes Executivo e Legislativo de La Paz para Sucre. EFE