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Mundo

Governador da Virgínia nega clemência a franco-atirador

Arquivo Geral

10/11/2009 0h00

O governador da Virgínia, Timothy Kaine, negou hoje clemência ao franco-atirador John Allen Mohammed, que aterrorizou a capital americana há sete anos e que será executado esta noite.

A decisão de Kaine ocorre depois de a Corte Suprema de Justiça dos EUA rejeitar na segunda-feira o pedido para adiar a execução e se negar a ouvir os argumentos dos advogados de Mohammed, que sustentam que seu cliente tem transtorno mental.

“Não encontro nenhuma razão convincente para anular a sentença que foi recomendada pelo júri, e depois imposta e confirmada pelos tribunais, por isso me abstenho de intervir”, afirmou hoje Kaine, em comunicado.

Mohammed, de 48 anos, e seu jovem cúmplice Lee Boyd Malvo, de 24 anos, foram capturados em 24 de outubro de 2002, após 13 ataques durante três semanas que deixaram dez mortos, três feridos e espalharam o pânico na capital dos EUA e arredores.

O franco-atirador foi condenado à pena de morte pelo assassinato de Dean Harold Meyers em um posto de gasolina da Virgínia.

Suspeita-se que ele e seu cúmplice, que cumpre pena de prisão perpétua na Virgínia, participaram de tiroteios em outros estados, incluindo Louisiana, Alabama e Arizona.

Vários dos familiares das vítimas planejam assistir à execução mediante injeção letal que acontecerá às 0h de Brasília no Centro Correcional Greensville, na Virgínia.

Opositores à pena de morte realizarão hoje várias vigílias na Virgínia para protestar contra a execução.

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