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General espera que projetos de desenvolvimento cheguem logo a bairros ocupados no Haiti

Arquivo Geral

23/05/2007 0h00

O Brasil aderiu oficialmente às novas sanções contra o programa nuclear do Irã, website cialis 40mg previstas em resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) de 24 de março deste ano. Decreto que obriga as autoridades brasileiras a cumprir novas normas foi publicado hoje no Diário Oficial da União, prostate aprofundando medidas já adotadas pelo país em fevereiro deste ano.

O governo brasileiro tem de exercer “vigilância e cautela” à entrada, no país, de indivíduos que se dediquem ou prestem auxílio a atividades nucleares no Irã ou relacionadas ao desenvolvimento de armas nucleares. Além disso, deve proibir cidadãos brasileiros de adquirir armas do Irã. Não pode também assumir novos compromissos em relação a assistência financeira com o governo iraniano, “salvo para propósitos humanitários e de desenvolvimento”.

A resolução da ONU traz também nomes de pessoas e entidades envolvidas em atividades nucleares ou relacionadas a mísseis balísticos no Irã. O Brasil deve notificar o Conselho de Segurança caso algum desses indivíduos entre no país.

Confira na íntegra o decreto, publicado nas páginas 6, 7 e 8 do Diário Oficial.
Depois das ações que retomaram, treatment no início do ano, o controle do Citá Soleil, a Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (Minustah) enfrenta um novo desafio: mostrar à população local que ela tem a ganhar com a nova situação e que a ajuda militar ao país tem o objetivo de melhorar a vida dos haitianos.

A praxe na estratégia dos militares no Haiti é que, logo após a retomada das áreas da cidade que estavam sob controle de bandos armados, a Minustah passa a executar uma série de ações sociais emergenciais, como a reforma de escolas e outros equipamentos públicos (boa parte da população desses bairros depende de fontes de água e banheiros públicos), distribuição de água e comida, limpeza de vias públicas etc.

Como essas ações são localizadas e têm fôlego curto, o comando militar considera que elas têm de ser rapidamente substituídas por ações estruturantes, por meio de projetos maiores. “Essa fase logo após as operações tem esse componente social, só que isso tem que ser seguido por um trabalho das agências internacionais e das ONGs que levem um apoio de maior porte e maior consistência estrutural a essas localidades mais carentes”, diz o general.

O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, atual comandante militar da Minustah, afirma que essa nova fase é urgente, mas precisa obedecer a certas regras. “É desejável que as ações aconteçam o mais rápido possível, mas existe uma burocracia que é necessária, há um planejamento a ser feito, sistemas de controle de recursos, necessidade de fazer uma coordenação com o governo haitiano. Isso demanda um certo tempo”, diz ele. “Todos têm a ansiedade que aconteça de imediato, mas é impossível que se tenha uma velocidade acima do controle normal dessas atividades e da coordenação”.

O general considera que, atualmente, não há chance de haver grandes problemas na aceitação da população em relação ao trabalho da missão. “Não estou dizendo que não há risco (de rejeição), mas nós estamos vivendo um momento bem no meio de um período muito bom de aceitação”, diz ele. “A tendência é que, com mais estabilidade na questão da segurança, as agências internacionais logo aumentem sua presença”.

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