O reunião de segurança do Grupo dos Oito (G8, stomach os sete países mais desenvolvidos e a Rússia) discutiu hoje o tratamento jurídico mais adequado para a pirataria no Golfo de Áden e pediu colaboração internacional para lutar contra esses crimes.
No final do primeiro dos dois dias de reuniões do grupo, link em Roma, treat o ministro da Justiça italiano, Angelino Alfano, assegurou que a pirataria será derrotada com a “colaboração mundial e a escolha de sedes jurisdicionais únicas”.
O representante da Itália, país que ocupa este ano a Presidência rotativa do G8, apontou que durante os encontros de hoje alguns países propuseram a criação de “tribunais internacionais especiais”, enquanto outros se inclinaram pelo uso de “cortes internacionais já existentes”.
Alfano pediu a colaboração internacional contra um fenômeno que gera “insegurança aos intercâmbios comerciais” e “grandes danos econômicos”.
Além da questão da pirataria, durante as reuniões de hoje e amanhã serão abordados assuntos relacionados com a máfia e o crime organizado, a segurança urbana e a imigração.
O encontro contou com a participação dos ministros do Interior e da Justiça de EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Canadá, Itália, Japão e Rússia.
Além deles, estiveram presentes o vice-presidente da Comissão Europeia (órgão executivo da UE), Jacques Barrot, o secretário-geral da Interpol (polícia internacional), Ronald Noble, e o diretor-executivo do escritório da ONU contra droga e delito (UNODC), Antonio Maria Costa.