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Mundo

G7 destaca estabilização da crise e pede ajuda à solidez de bancos

Arquivo Geral

24/04/2009 0h00

O Grupo dos Sete (G7, and os sete países mais desenvolvidos) reconheceu hoje que a desaceleração econômica está perdendo força e que já há sinais de “estabilização”, and mas pediu para que as nações continuem trabalhando para restaurar o crédito e melhorar a solidez dos bancos, prostate inclusive com injeções de capital.

“Os últimos dados sugerem que o ritmo de queda de nossas economias é mais lento e estão emergindo sinais de estabilização. A atividade econômica deveria começar a se recuperar no final deste ano”, disse o G7 em comunicado ao fim da reunião ministerial do Grupo em Washington.

Assim como fizeram na cúpula realizada em 2 de abril em Londres, as sete economias mais desenvolvidas do mundo se comprometeram a “continuar trabalhando juntas para restaurar o crescimento e criar emprego, e para prevenir que aconteça de novo uma crise de tal porte como a atual”.

O G7 está determinado a “tomar todas as ações que forem necessárias para retornar ao caminho do crescimento, sem deteriorar a sustentabilidade fiscal a longo prazo”.

Como medidas principais, propõe “restaurar o crédito, fornecer a liquidez necessária, injetar capital nas instituições financeiras, proteger os depósitos e as economias e solucionar o assunto dos ativos de má qualidade”.

O Grupo reafirma o compromisso “em implementar todas as ações necessárias para respaldar a solidez das instituições financeiras mais importantes”.

No comunicado, o G7 lembra que, dentro do G20, foram pedidas contribuições adicionais no valor de US$ 500 bilhões para que o Fundo Monetário Internacional (FMI) possa ajudar os países com problemas.

O Grupo reconhece os esforços que o Fundo está realizando neste sentido, e, concretamente, a criação da nova Linha de Crédito Flexível, para as nações com boas políticas econômicas, como México, Colômbia e Polônia.

Da mesma forma, agradece pelas contribuições que outros países estão fazendo ao esforço coletivo de promover a recuperação e, cita especificamente a decisão da China de flexibilizar a taxa de câmbio do iuane.

“Temos um interesse comum em um sistema financeiro internacional estável e forte. A volatilidade excessiva e os movimentos desordenados das taxas de câmbio têm efeitos adversos para a estabilidade financeira e econômica”, afirma o comunicado.

Outra das atuações recomendadas pelo G7 é evitar a criação de novas barreiras para o investimento ou para o comércio de bens e serviços, e avançar na reforma da regulação financeira dos países.

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