O furacão “Rick” caiu nas últimas horas para o nível 2 na escala Saffir-Simpson (máximo de 5) e seu índice de periculosidade foi rebaixado na costa mexicana no Pacífico, onde deixou um morto, informou o Serviço Meteorológico Nacional (SMN).
A única vítima até agora do furacão foi Miguel Barraza, de 38 anos, atingindo por uma forte onda no estado da Baixa Califórnia Sul.
A Marinha mexicana informou também que uma jovem, que nadava com amigos no estado de Colima, está desaparecida e que buscas estão sendo realizadas no local onde teria sido levada.
O Serviço Meteorológico Nacional mexicano alertou em comunicado divulgado às 14h (17h, Brasília) que o principal perigo nas próximas horas pode ser gerado no noroeste do México com a chegada de “chuvas torrenciais”.
No momento do boletim, “Rick”, que chegou a ter categoria 5 na escala Saffir-Simpson, se encontrava 545 quilômetros a su-sudoeste de Cabo San Lucas, no extremo sul da península da Baixa Califórnia, e a 90 do sudoeste de Ilha Socorro, no estado de Colima.
O furacão se desloca para noroeste a uma velocidade de 13 km/h acompanhado de ventos sustentados de 165 km/h e sequências de até 205 km/h.
A nota alerta ainda sobre ressacas “potencialmente perigosas” entre as próximas 24 e 48 horas nas zonas litorâneas dos estados de Baixa Califórnia Sul, Colima, Jalisco, Nayari e Sinaloa, onde são esperadas “chuvas fortes a pontualmente intensas”.
Há dois dias, “Rick” alcançou o nível máximo na escala Saffir-Simpson, e chegou a ter ventos sustentados de até 285 km/h, como ocorreu no princípio de setembro com o furacão “Jimena”, que acabou chegando ao México enfraquecido.