Furacão “Fred” chega à categoria 2 nas águas do Atlântico
O NHC indicou em seu boletim das 6h de Brasília que “Fred” apresentava ventos máximos sustentados de 165 km/h, com rajadas mais fortes, se dirigia ao Atlântico norte e poderia se transformar hoje em um furacão de categoria maior (três, quatro e cinco).
Um furacão alcança a categoria três na escala Saffir-Simpson quando seus ventos máximos sustentados alcançam os 178 km/h.
O NHC, com sede em Miami, indicou que “Fred” estava a essa hora perto da latitude 13,2 graus norte e da longitude 31,7 graus oeste, cerca de 805 quilômetros ao oés-sudoeste do arquipélago africano de Cabo Verde.
“Fred” não representa, por enquanto, nenhuma ameaça para os territórios povoados, e as projeções por computador realizadas pelo NHC indicam que o ciclone pode se manter em pleno oceano em direção norte.
O fenômeno meteorológico se movimenta para o oés-noroeste com uma velocidade de translação de cerca de 20 km/h e deve fazer um giro gradual para o noroeste, e depois ao nor-noroeste, com uma diminuição de sua velocidade nas próximas 48 horas.
A temporada de furacões na bacia atlântica começou em 1º de junho e termina em 30 de novembro.
Até agora, houve a formação de seis tempestades tropicais e dois furacões, “Bill” e “Fred”.
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos EUA, em sua previsão atualizada no início de agosto, cogitou a formação de entre sete e 11 tempestades tropicais e de três a seis furacões, dos que um ou dois poderiam ser de categoria 3, 4 ou 5, as maiores na escala Saffir-Simpson.