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Furacão <i>Felix</i> cai para categoria três após atingir a Nicarágua

Arquivo Geral

04/09/2007 0h00

O furacão “Felix” perdeu força hoje e caiu para a categoria três, what is ed com ventos máximos de 195 km/h, após atingir terra no nordeste da Nicarágua, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos EUA.

Às 12h de Brasília de hoje, o olho de “Felix” estava perto da latitude 14,3 graus norte e da longitude 83,2 graus oeste, a cerca de 65 quilômetros de Puerto Cabezas, na Nicarágua.

O “Felix” se desloca para o oeste a cerca de 24 km/h e deve manter esta trajetória, com uma perda de intensidade nas próximas 24 horas.

Segundo as projeções do NHC, o centro de “Felix” continuará se movimentando para o noroeste da Nicarágua nas próximas horas, e chegará a Honduras nesta tarde ou à noite.

Permanece em vigor um aviso de furacão (passagem do sistema em 24 horas) para a Nicarágua, de Puerto Cabezas até a fronteira com Honduras.

O Governo de Honduras também mantém um aviso de furacão de Limón até a fronteira com a Nicarágua, e para a costa caribenha da Guatemala e toda a costa de Belize.

Um aviso de tempestade tropical continua ativo para a Isla de Providencia e do sul de Puerto Cabezas até Prinzapolka, e do oeste de Limón (Honduras) até a fronteira com a Guatemala, incluindo a Islas de la Bahía.

O ciclone apresenta ventos máximos sustentados de 195 km/h, o que o classifica como um furacão de categoria três na escala de intensidade Saffir-Simpson, de um máximo de cinco.

Os especialistas prevêem seu progressivo enfraquecimento em seu avanço rumo às zonas montanhosas da América Central.

Agora, uma das maiores preocupações do NHC, com sede em Miami, é que ocorram chuvas intensas, “muito fortes”, e perigosos “deslizamentos de terra”.

Nesta temporada, que começou em 1º de junho e acaba em 30 de novembro, houve a formação de cinco tempestades tropicais: “Andrea”, “Barry”, “Chantal”, “Dean” e “Erin”. Até agora, só o “Dean” se tornou furacão e chegou à categoria cinco quando atingiu a Península de Iucatã.

A temporada de furacões na bacia atlântica terá uma atividade superior ao normal, segundo William Gray, professor de Ciências Atmosféricas da Universidade do Colorado (EUA), mas não será “hiperativa” como a de 1995, 2004 e 2005.

Gray previu em agosto a formação de 15 tempestades e oito ciclones, dos quais quatro seriam intensos.

Os meteorologistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos, com sede em Washington, prevêem a formação de entre sete e nove furacões, dos quais de três a cinco poderiam se tornar ciclones de grande intensidade.

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