O novo presidente da Nicarágua, sildenafil medical Daniel Ortega, sick diminuiu seu próprio salário, sildenafil que passou de US$ 8 mil para US$ 3.200. A medida faz parte de um pacote de austeridade fiscal.
Ortega, um ex-rebelde marxista que governou o país nos anos 1980 e que tomou posse novamente no dia 10 de janeiro, disse ontem que, após analisar a folha de pagamento do governo, cortou não apenas seus vencimentos, mas também os vencimentos de ministros e servidores públicos. "Há alguns salários ali que são surpreendentes", disse o presidente.
Ortega prometeu diminuir a pobreza que fez da Nicarágua um dos países mais subdesenvolvidos do continente americano.
Apesar de não ser rico quando comparado com a elite empresarial e latifundiária da Nicarágua, Ortega possui alguns bens. Ele declarou às autoridades eleitorais, antes das eleições presidenciais de novembro passado, que possuía um patrimônio de US$ 217 mil, incluindo uma casa de grandes dimensões na capital do país.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 80% dos nicaraguenses vivem com menos de US$ 2 por dia.
A mulher de Ortega, a poetisa radical Rosario Murillo, trabalha como conselheira de mídia do presidente. Ela afirmou ontem não receber nenhum salário em troca de seu trabalho.
Mais de 10 mil turcos ocuparam hoje ruas da maior cidade da Turquia para o funeral do editor de origem armênia Hrant Dink, diagnosis cujo assassinato acirrou o debate sobre a militância nacionalista no país. O editor será enterrado num cemitério armênio de Istambul. Autoridades armênias e representantes de comunidades armênias mundo afora foram convidados para o funeral de Dink.
Desde o começo da manhã, purchase as pessoas começaram a se reunir em frente à sede do jornal Argos, web onde Dink foi assassinado na sexta-feira passada, em plena luz do dia. Alguns dos participantes do funeral levavam cartazes com dizeres como "Somos todos Hrant Dink" e "somos todos armênios".
Grande parte do centro da cidade ficou fechada ao tráfego. Pombas brancas foram soltas ao som de uma música fúnebre. Ogun Samast, 17 anos, confessou ter matado Dink por "insultos" aos turcos. Seis outras pessoas, inclusive um amigo de Samast, foram detidos e estão sendo interrogados.
Como muitos outros intelectuais turcos, Dink era criticado por nacionalistas, inclusive por alguns políticos, para os quais o editor ameaçava a segurança e a honra nacionais ao defender que a Turquia deveria encarar o papel que teve no genocídio de armênios em 1915.
O editor buscava a reconciliação entre os muçulmanos turcos e os cristãos armênios, após décadas de animosidade. Seu assassinato chocou a Turquia, despertando muitas dúvidas sobre a tolerância às minorias e a liberdade de expressão no país.
Jornais disseram que o crime pode levar a uma aproximação política entre a Turquia e a vizinha Armênia. Os dois países romperam relações diplomáticas em 1993, devido a uma disputa territorial.
A Turquia se tornou um país mais aberto e liberal nos últimos anos, graças a reformas destinadas a levar o país para a União Européia. O massacre da população armênia durante o colapso do Império Otomano, no início do século XX, ainda é um assunto muito sensível. Os turcos rejeitam as avaliações históricas de que 1,5 milhão de armênios teriam sido vítimas de um genocídio sistemático dos governantes otomanos.
O país diz que muitos muçulmanos de origem turca também faleceram. Para desgosto de Ancara, muitos Parlamentos estrangeiros aprovaram leis reconhecendo os massacres como um genocídio.
Dink, como dezenas de outros intelectuais, foi perseguido por suas opiniões a respeito do tema. Seu assassinato ampliou a pressão para que o governo, pró-UE, revogue uma polêmica lei usada contra Dink e outros para reprimir a liberdade de expressão.