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Mundo

Funcionária da Comissão Europeia está entre os desaparecidos no Haiti

Arquivo Geral

13/01/2010 0h00

Uma pessoa que trabalha na delegação da Comissão Europeia em Porto Príncipe está desaparecida desde o terremoto que atingiu o Haiti na noite passada, disse hoje à Agência Efe o porta-voz de Exteriores da CE, Lutz Güllner.

Güllner não detalhou a nacionalidade e o nome da pessoa, que trabalha como funcionária na delegação da CE na capital haitiana.

“Há uma pessoa que ainda não tivemos notícias”, assinalou o porta-voz comunitário.

Na Espanha hoje circulou a informação que a funcionária espanhola da UE destacada no Haiti, Pilar Juárez, está entre os possíveis desaparecidos pelo tremor de terra.

Por outra parte, a Presidência espanhola de turno da UE iniciou um mecanismo de acompanhamento com as instituições comunitárias das consequências do terremoto.

Os embaixadores dos 27 países-membros trataram hoje a situação com a alta representante da UE, Catherine Ashton.

Uma reunião conjunta dos dois grupos de trabalho no Conselho de Ministros foi convocada para sexta-feira, para avaliar a situação, indicaram fontes diplomáticas.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 11 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, cifrou hoje em “centenas de milhares” o número de mortos.

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    Güllner não detalhou a nacionalidade e o nome da pessoa, que trabalha como funcionária na delegação da CE na capital haitiana.

    “Há uma pessoa que ainda não tivemos notícias”, assinalou o porta-voz comunitário.

    Na Espanha hoje circulou a informação que a funcionária espanhola da UE destacada no Haiti, Pilar Juárez, está entre os possíveis desaparecidos pelo tremor de terra.

    Por outra parte, a Presidência espanhola de turno da UE iniciou um mecanismo de acompanhamento com as instituições comunitárias das consequências do terremoto.

    Os embaixadores dos 27 países-membros trataram hoje a situação com a alta representante da UE, Catherine Ashton.

    Uma reunião conjunta dos dois grupos de trabalho no Conselho de Ministros foi convocada para sexta-feira, para avaliar a situação, indicaram fontes diplomáticas.

    O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 11 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

    A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

    O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, cifrou hoje em “centenas de milhares” o número de mortos.

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