A duas freiras italianas seqüestradas em 10 de novembro no Quênia “estão bem” e foram transferidas para a Somália pelo grupo que as mantém retidas, pharm informou hoje o ministro de Assuntos Exteriores da Itália, order Franco Frattini.
O Ministério de Exteriores italiano enviou há poucos dias a Nairóbi a observadora Margherita Boniver, com a intenção de reunir informação e acelerar as negociações para conseguir a libertação das duas religiosas, das quais não se sabia nada desde o dia de sua captura.
Em declarações ao canal de televisão “Canale 5”, Frattini disse que “existe um grande empenho” por parte das autoridades quenianas e do Governo de transição na Somália para resolver a situação.
“Podemos dizer que estão bem, mas é preciso considerar que uma tem 67 anos e a outra 60, e que vivem em zonas terríveis deste país há 25 anos”, disse, em Nairóbi, a enviada do Ministério de Exteriores italiano.
Boniver afirmou que, apesar da disponibilidade das autoridades, a situação está “muito arrevesada”.
As duas freiras, Caterina Giraudo, de 67 anos, e Maria Teresa Oliviero, de 61, foram seqüestradas por um grupo de homens armados na cidade de Elwak, no nordeste do Quênia, perto da fronteira com a Somália, e pertencem ao Movimento Contemplativo Missionário Padre de Foucauld, de Cuneo (norte italiano).