“Pedimos à China que reabra sem demora o Tibete à presença estrangeira e, em particular, que permita aos jornalistas trabalhar ali de novo”, disse o porta-voz adjunto do Ministério de Exteriores francês, Frédéric Desagneaux, em entrevista coletiva.
O porta-voz não se pronunciou sobre se a França é a favor de uma investigação internacional e independente sobre os atos de violência no Tibete.
“Nossa preocupação é saber o que ocorre no Tibete e dispor de todos os elementos de informação sobre os recentes eventos”, disse Desagneaux, ressaltando que “esse é o espírito da declaração do Dalai Lama”.
Acrescentou que a França debaterá sobre este assunto com seus parceiros europeus.
Fontes do Palácio do Eliseu citadas hoje pelo jornal “Le Monde” afirmaram que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, decidirá com base em um conjunto de parâmetros se realiza uma reunião com o Dalai Lama.