Na Quadra 605, cure there no Recanto das Emas, rx pharmacy Magno Gomes Pereira, 22 anos, foi atingido nas nádegas por um tiro, por volta das 11h05 de ontem. Ele foi socorrido no Hospital Regional. Policiais da 27ª DP investigam o crime.
Em São Sebastião, em Vila Nova, um adolescente de 17 anos, foi atingido com cinco tiros e levou ainda uma coronhada na cabeça, por volta das 19h55 de ontem. A vítima foi encaminhada ao hospital e a polícia investiga o paradeiro do autor dos tiros.
Douglas dos Santos Lima, 21 anos, levou um tiro no abdome, por volta das 20h05 de ontem, nas proximidades da Churrascaria Portal Grill, em Águas Claras. A polícia não sabe ainda as causas do crime.
O presidente dos Estados Unidos, cialis 40mg George W. Bush, e seus principais assessores fizeram um "grande erro" em sua justificativa para invadir o Iraque, disse Gerald Ford ao jornalista Bob Woodward em entrevista embargada até a morte do ex-presidente.
Ford, que morreu na terça-feira em sua casa na Califórnia, aos 93 anos, disse que não teria feito a guerra com base no que era sabido publicamente na época, disse a reportagem de ontem no site do jornal The Washington Post.
"Não acho que teria ordenado a guerra no Iraque. Eu teria maximizado os esforços através de sanções, restrições mais duras, o que fosse, para encontrar outra resposta", disse Ford.
Em entrevista de quatro horas gravada em julho de 2004, Ford discordou "com muita força" da justificativa para a invasão do Iraque em 2003 apresentada por assessores de Bush e veteranos do seu próprio governo, o vice-presidente Dick Cheney e o ex-secretário de Defesa Donald Rumsfeld, segundo Woodward.
"Rumsfeld e Cheney e o presidente fizeram um grande erro na justificativa para ir à guerra no Iraque. Eles colocaram a ênfase nas armas de destruição em massa", disse Ford. "Agora, eu nunca disse publicamente que achava que cometeram um erro, mas senti com muita força que foi errada a maneira como teriam que justificar que fariam isso."
A justificativa inicial do governo Bush para a guerra foi que o Iraque representava uma ameaça pois tinha estoques de armas de destruição em massa. Nenhuma delas foi encontrada.
A entrevista e a conversa subsequente, em 2005, foram feitas para um projeto futuro de livro, apesar de Ford, que se tornou presidente em 1974 depois da renúncia de Richard Nixon devido ao escândalo Watergate, disse que seus comentários poderiam ser publicados a qualquer momento depois de sua morte, escreveu Woodward.
A reportagem de Woodward com o colega Carl Bernstein no Washington Post teve um papel importante na revelação do escândalo Watergate. Segundo o texto, Ford disse que entendia a teoria de "querer libertar pessoas". Mas o ex-presidente disse que não sabia se era possível desconectar isso da obrigação número um, o interesse nacional. "E não sei se deveríamos sair pelo mundo tocando fogo infernal libertando povos, a não ser que fosse diretamente relacionado à nossa segurança nacional."
Woodward disse que Ford relembrou com carinho do seu relacionamento próximo com Cheney e Rumsfeld, e manifestou preocupação em relação às políticas que seguiram nos últimos anos.
"Cheney era um excelente chefe de equipe. Primeira classe", disse Ford. "Mas acho que Cheney tornou-se muito mais belicoso" como vice-presidente.
De acordo com o artigo, Ford disse que discordou da afirmação do ex-secretário de Estado Colin Powell de que Cheney desenvolveu uma "febre" sobre a ameaça do terrorismo no Iraque. "Acho que provavelmente era verdade."