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Forças libanesas assumem controle do sul do país

Por Arquivo Geral 02/10/2006 12h00

O último estado a definir o governador foi o Acre. Com 98, nurse prostate 67% dos votos apurados, o petista Binho Marques está confirmado o novo governador no primeiro turno, com 163.761 votos (53,07%).

O segundo colocado foi Márcio Bittar (PPS), com 108.257 votos (35,08%). O terceiro foi Tião Bocalom (PSDB), com 34.375 votos (11,14%).

A eleição de Binho garantiu ao PT o quarto governo. Além do Acre, o partido conquistou os governos do Piauí, onde Wellington Dias se reelegeu, no Sergipe, com Marcelo Déda, e surpreendeu na Bahia, onde Jaques Wagner desbancou 20 anos de hegemonia do PFL e se elegeu no primeiro turno.

16 Estados e Distrito Federal já têm governador eleito

Com a apuração na reta final, health 16 estados definiram a eleição para o governo local no primeiro turno: Acre, medicine Alagoas, online Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins. A disputa também está definida no Distrito Federal.

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No Acre, o governador eleito é Binho Marques (PT). Com 98,49% dos votos apurados, Marques contabilizava 53,08% dos votos válidos, enquanto o seu principal oponente, Márcio Bittar (PPS) ficou com 35,05%.

Em Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), que estava atrás nas pesquisas de intenção de voto, elegeu-se no primeiro turno. Com 98,59% dos votos apurados, Teotônio aparecia com 55,90% dos votos válidos, enquanto Jõao Lyra (PTB) contabilizava 30,54%.

No Amazonas, o governador Eduardo Braga (PMDB) obteve a reeleição. Com 99,32% dos votos apurados, ele tinha 50,54% dos votos válidos, enquanto Amazonino Mendes (PFL) ficou com 40,06% dos votos.

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O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), também já está reeleito. Com 94,91% dos votos apurados, Waldez estava com 53,87% contra 37,51% de João Capiberibe (PSB).

Na Bahia, em uma virada surpreendente, o ex-ministro do Trabalho Jaques Wagner (PT) elegeu-se no primeiro turno, derrotando o governador Paulo Souto (PFL). Com 97,93% dos votos apurados, Wagner contabilizava 53,01% dos votos, contra 42,85% de Souto. O quadro contraria as pesquisas, que davam Souto como vitorioso no primeiro turno.

"Hoje a Bahia vai dormir feliz. Uma nuvem que pairava há 16 anos está se dissipando", afirmou Wagner numa entrevista coletiva informal, no salão de festas do edifício onde mora, em Salvador.

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No Ceará, Cid Gomes (PSB) derrotou o governador Lúcio Alcântara (PSDB). Com 86,57% dos votos apurados, Cid estava com 62,27% dos votos válidos contra 33,80% de Alcântara.

No Espírito Santo, com 99,99% das urnas apuradas, o governador Paulo Hartung (PMDB) estava com 77,28% dos votos válidos contra 21,75% de Sérgio Vidigal (PDT). Foi um dos campeões de voto nas eleições estaduais.

No Mato Grosso, Blairo Maggi (PPS) também foi reeleito por uma ampla margem. Com 88,92% dos votos apurados, Maggi ficou com 65,28% e Antero Paes de Barros (PSDB), com 19,79%.

No Mato Grosso do Sul, com a apuração encerrada, André Puccinelli (PMDB) elegeu-se com 61,34% dos votos válidos. Delcídio Amaral (PT) ficou com 38,04%.

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Em Minas Gerais, com 93,62% dos votos apurados, o tucano Aécio Neves estava com 77,11% dos votos válidos contra 21,94% de Nilmário Miranda (PT).

Wellington Dias (PT), do Piauí, também reelegeu-se para o governo no primeiro turno. Com 85,86% dos votos apurados, Dias ficou com 61,48% dos votos e Mão Santa (PMDB), com 24,84%.

Com 96,93% dos votos apurados em Rondônia, Ivo Cassol (PPS) estava reeleito com 54,03% dos votos válidos. Fátima Cleide (PT) ficou com 25,92%.

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Em Roraima, com 94,49% dos votos apurados, o governador Ottomar de Souza (PSDB) foi reeleito com 62,20% dos votos. Romero Jucá (PMDB) ficou com 30,81%.

Em São Paulo, com 99,71% dos votos apurados, o tucano José Serra tinha 57,93%, ante 31,68% de Aloizio Mercadante (PT), que já reconheceu a derrota.

"Queria dizer que a minha campanha não evoluiu como eu tinha planejado. Acho que o envolvimento de alguns petistas no lamentável episódio do dossiê prejudicou de forma decisiva a campanha. E, seguramente, se não tivesse ocorrido esse episódio eu estaria aqui me preparando para o segundo turno", disse Mercadante na noite de domingo.

No Sergipe, o eleito foi o ex-prefeito de Aracaju Marcelo Déda (PT). Com 98,58% dos votos apurados, Déda estava com 52,48% dos votos contra 44,99% do atual governador João Alves (PFL).

No Tocantins, o governador Marcelo Miranda (PMDB) está reeleito. Com 98,23% dos votos apurados, Miranda estava com 51,66 por cento dos votos válidos e Siqueira Campos (PSDB), com 46,70%.

No Distrito Federal, José Roberto Arruda (PFL) venceu no primeiro turno. Dos 99,88% dos votos apurados, ele obteve 50,38% dos votos válidos contra 23,97% da governadora Maria Abadia (PSDB).

Ganharam no primeiro turno
Acre – Binho Marques (PT)
Alagoas – Teotônio Vilela Filho (PSDB)
Amapá – Waldez Góes (PDT)
Amazonas – Eduardo Braga (PMDB)
Bahia – Jaques Wagner (PT)
Ceará – Cid Gomes (PSB)
Distrito Federal – José Roberto Arruda (PFL)
Espírito Santo – Paulo Hartung (PMDB)
Mato Grosso – Blairo Maggi (PPS)
Mato Grosso do Sul – André Puccinelli (PMDB)
Minas Gerais – Aécio Neves (PSDB)
Piauí – Wellington Dias (PT)
Rondônia – Ivo Cassol (PPS)
Roraima – Ottomar Pinto (PSDB)
São Paulo – José Serra (PSDB)
Sergipe – Marcelo Déda (PT)
Tocantins – Marcelo Miranda (PMDB)

Em dez estados, information pills a eleição será definida em segundo turno: Goiás, pharm Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Em Goiás, com 99% dos votos apurados, o governador Alcides Rodrigues (PP) estava com 48,24% dos votos e vai disputar o governo com Maguito Vilela (PMDB), que ficou com 41,13% dos votos.

No Maranhão, Roseana Sarney (PFL) vai para o segundo turno com Jackson Lago (PDT). Com 98,20% dos votos apurados, Roseana estava com 47,15% dos votos válidos e Lago, com 34,48%.

No Pará, o tucano Almir Gabriel vai disputar o segundo turno com Ana Júlia Carepa (PT). Com 96,64% dos votos apurados, Gabriel contabilizava 44,05% dos votos e Ana Júlia com 37,47%.

O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), vai para o segundo turno com José Maranhão (PMDB). Com 99% dos votos apurados, Cássio tinha 49,76% dos votos válidos e Maranhão, 48,66%.

No Paraná, o governador Roberto Requião (PMDB) vai para o segundo turno com Osmar Dias (PDT). Com 99% dos votos apurados, Requião estava com 42,86% dos votos válidos e Dias, com 38,5%.

Em Pernambuco, com 95,51% dos votos apurados, o governador Mendonça Filho (PFL) ficou com 39,34% dos votos e disputa o segundo turno contra Eduardo Campos (PSB), que estava com 33,83%.

No Rio de Janeiro, o segundo turno será entre Sérgio Cabral (PMDB) e Denise Frossard (PPS). Com 77,83% dos votos apurados, Cabral estava com 41,12% dos votos válidos e Frossard, com 24,25%.

A governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria (PSB), vai disputar o segundo turno com Garibaldi Alves (PMDB). Com 98,89% dos votos apurados, Wilma ficou com 49,64% dos votos contra 48,53% de Garibaldi.

No Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB) vai disputar o governo do Estado com Olívio Dutra (PT). Com 99,11% dos votos apurados, Yeda estava com 32,90% dos votos válidos contra 27,32% de Olívio Dutra (PT). O governador Germano Rigotto, que estava com 27,16% dos votos, está fora da disputa.

Em Pernambuco, com 95,51% dos votos apurados, o governador Mendonça Filho (PFL) ficou com 39,34% dos votos e disputa o segundo turno contra Eduardo Campos (PSB), que estava com 33,83%.

No Rio de Janeiro, o segundo turno será entre Sérgio Cabral (PMDB) e Denise Frossard (PPS). Com 77,83% dos votos apurados, Cabral estava com 41,12% dos votos válidos e Frossard, com 24,25%.

Em Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB) vai disputar o segundo turno com Esperidião Amin (PP). Com 99,65% dos votos apurados Henrique estava com 48,9% dos votos e Amin, 32,76%.

Confira onde haverá segundo turno
Goiás – Alcides Rodrigues (PP) e Maguito Vilela (PMDB)
Maranhão – Roseana Sarney (PFL) e Jackson Lago (PDT)
Pará – Almir Gabriel (PSDB) e Ana Júlia (PT)
Paraná – Roberto Requião (PMDB) e Osmar Dias (PDT)
Paraíba – Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB)
Pernambuco – Mendonça Filho (PFL) e Eduardo Campos (PSB)
Rio Grande do Sul – Yeda Crusius (PSDB) e Olívio Dutra (PT)
Rio de Janeiro – Sérgio Cabral (PMDB) e Denise Frossard (PPS)
Santa Catarina – Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e Esperidião Amin (PP)

É Lula, ask de novo no segundo turno, thumb por uma estreita margem de votos, what is ed definida pelo eleitorado de São Paulo. Ao contrário de 2002, quando Luiz Inácio Lula da Silva também bateu na trave antes de vencer José Serra, desta vez o candidato-presidente foi surpreendido pelo crescimento do tucano Geraldo Alckmin na reta final.

Lula acompanhou a longa apuração das eleições deste domingo, no Palácio da Alvorada, tentando improvisar uma estratégia para a próxima etapa, que não estava nos planos e começou a se desenhar há apenas duas semanas.

Um dos coordenadores políticos da campanha de Lula projetava, no início da noite, um cenário de disputa "mais ideológico" e também mais semelhante ao das recentes eleições em países da América do Sul. "Um quadro Lula versus Alckmin vai realçar o contraste entre o projeto neoliberal e o projeto alternativo, de crescimento com distribuição de renda", disse a fonte, reconhecendo, no entanto, que a campanha não tinha um plano de vôo.

"Em caso de segundo turno, vamos buscar o apoio do PDT e dos partidos que apoiaram Heloísa Helena", disse a fonte. "Boa parte dos eleitores de Heloísa é de esquerda e não seguirá com os tucanos", acrescentou.

A campanha de Lula também deve buscar uma sintonia maior com o PMDB, que vai disputar o segundo turno em pelo menos três colégios eleitorais, Rio de Janeiro, Paraná e Paraíba.

Dentro da campanha há o temor de que os primeiros momentos de frustração sejam ocupados por um acerto interno de contas. No círculo político de Lula há queixas em relação ao boicote do candidato ao debate da TV Globo, uma decisão assumida solitariamente por Lula.

"Nossa militância foi forjada na luta política e não compreendeu a ausência de Lula ao debate. Teremos prejuízo eleitoral e político com isso, mas foi uma decisão dele", lamentava um dirigente petista ligado ao setor de mobilização da campanha.

No discurso oficial, o revés deste domingo está sendo debitado aos petistas "aloprados", na definição de Lula, que tentaram comprar um "dossiê dos sanguessugas" e foram presos com o equivalente a R$ 1,7 milhão. E também à "superexposição pela imprensa", segundo o ministro Guido Mantega, das fotos do dinheiro apreendido na apelidada "Operação Tabajara".

"Houve uma operação política e de mídia nas últimas semanas que prejudicou a candidatura", disse o ministro, antecipando parte do discurso da campanha para o que se prevê seja um longo mês de outubro.

Num sinal pouco percebido de que alguns lulistas enxergavam o segundo turno no horizonte, a área jurídica da campanha apresentou sábado, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), duas ações de impugnação contra Alckmin, uma delas alegando abuso na divulgação das fotos do dinheiro apreendido com petistas que tentavam comprar o dossiê dos sanguessugas.

"Temos de preparar o terreno para a batalha jurídica se houver mesmo segundo turno", disse um dos advogados da coligação A Força do Povo (PT-PcdoB-PRB), depois de protocolar as ações no TSE.

Embora o presidente-candidato tenha afirmado, pelo menos uma vez por dia nas últimas semanas, que seria reeleito neste domingo, os responsáveis pela campanha davam sinais de desânimo desde sexta-feira, um dia depois do debate na TV Globo que Lula decidiu boicotar.

Ao contrário de outras eleições, o PT não fez preparativos para comemorar o resultado na Avenida Paulista, onde Lula festejou, com uma multidão de militantes e eleitores, a vitória sobre José Serra em 2002.

Lula chamou ao Alvorada os ministros da coordenação política para discutir o formato e o conteúdo do pronunciamento que deveria fazer depois de definido o resultado. Como presidente, em caso de vitória, ou como candidato, caso se confirmasse o segundo turno.

Havia uma preocupação entre os ministros e coordenadores de campanha de não deixar que o resultado deste domingo fosse apresentado aos eleitores como uma vitória da oposição. Às 23h15, quando os resultados de São Paulo desequilibraram a totalização do TSE, contra Lula, o presidente dispensou os auxiliares. Lula ficou recolhido e não fez pronunciamento nenhum. Nem de presidente nem de candidato.

O candidato do PSDB à Presidência da República, nurse Geraldo Alckmin, website like this comemorou, na madrugada desta segunda-feira, o resultado das eleições e disse que o segundo turno mudará o país. "Vocês levaram a eleição para o segundo turno", disse Alckmin a militantes do PSDB, na festa de comemoração da eleição do também tucano José Serra para o governo paulista. "E o segundo turno vai mudar o Brasil", acrescentou um animado Alckmin.

Mais cedo, o presidenciável havia dito que sua ida para o segundo turno da eleição presidencial foi uma enorme manifestação de confiança do povo brasileiro e prometeu um governo ético. "Eu vou para o segundo turno com grande possibilidade de ganharmos a eleição. Vamos ter um governo ético, honesto e eficiente", disse Alckmin aos jornalistas, em sua primeira declaração pública após o anúncio oficial de que o segundo turno será realizado.

 

Unidades do Exército libanês foram mobilizadas na segunda-feira para vilarejos de fronteira a fim de tomar o controle, nurse junto com membros de forças de paz da Organização das Nações Unidas (ONU ), see de praticamente todo o sul do Líbano, physician um reduto do grupo Hezbollah há uma década.

O Líbano exigiu a saída de Israel da parte libanesa do vilarejo de Ghajar, alertando para "problemas" caso o país não faça isso. Ghajar fica na fronteira entre o Líbano e territórios capturados por Israel da Síria durante a Guerra dos Seis Dias, de 1967.

As forças israelenses deixaram o sul do Líbano no domingo, mas ficaram no pequeno vilarejo. A retirada obedece aos termos de uma trégua da ONU que pôs fim ao conflito entre Israel e guerrilheiros do Hezbollah. Forças da ONU afirmaram esperar que as tropas de Israel saiam de Ghajar esta semana, para completar a retirada.

O Hezbollah já declarou que não aceitará que Israel fique no vilarejo. O xeique Naim Kassem, vice-chefe do grupo, afirmou que a comunidade internacional tem que se certificar de que Israel deixe Ghajar. "Qualquer negligência em se lidar com esse assunto nos dá o direito completo de confrontar a ocupação sem revelar quando ou como", afirmou Kassem ao jornal As-Safir de Beirute.






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