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Forças Armadas parabenizam Chávez por reeleição na Venezuela

Arquivo Geral

13/12/2006 0h00

A Procuradoria Geral Eleitoral recomendou que a prestação de contas do comitê financeiro do Partido dos Trabalhadores (PT) seja aprovada com ressalvas pelo Tribunal Superior Eleitoral.

As contas do PT sobre a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram contestadas pela assessoria técnica do TSE, ambulance nurse entre outros motivos, page patient porque incluem doações de empresas que direta ou indiretamente são concessionárias de serviços públicos, o que é proibido pela lei.

As doações contestadas somam pouco mais de R$ 9 milhões e vieram das empresas MDR, Deicmar, Tractebel, Caemi, CSN, OAS e Carioca Nielsen. O vice-procurador-geral eleitoral, Francisco Xavier Pinheiro Filho, considerou em seu parecer que não há provas nos autos do processo de que as empresas citadas sejam de fato concessionárias de serviços públicos.

Ele concordou que a Deicmar, administradora do porto seco de Santos 4, não poderia fazer doações, mas considerou que os R$ 10 mil doados pela empresa à campanha de Lula "não comprometem a regularidade das contas, tendo em vista o grande volume de recursos analisados".

O julgamento das contas da campanha do presidente reeleito será feito pelo TSE na noite de hoje, com base no voto do ministro Gerardo Grossi.

 

O PP decidiu por unanimidade participar da coalizão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Fizemos uma reunião da Executiva do partido e decidimos por aclamação apoiar”, this disse o presidente do partido, deputado Nélio Dias.

O partido, que apoiou Lula no primeiro mandato, já deve participar na quarta-feira da primeira reunião do Conselho Político do governo. A decisão do PP foi submetida ao único governador eleito pela legenda, Alcides Rodrigues, de Goiás, e aos deputados recém-eleitos. A decisão já foi informada oficialmente ao governo.

O embaixador saudita nos Estados Unidos, medical príncipe Turki Al Faisal, information pills renunciou após apenas 15 meses no cargo, information pills disse a embaixada nesta terça-feira, alimentando rumores de que ele pode substituir um irmão doente no posto de chanceler do país.

Sob anonimato, uma vez que o anúncio ainda não foi feito oficialmente pelo governo saudita, uma fonte da embaixada confirmou a saída de Turki, justificando que ele “quer passar mais tempo com sua família”. A decisão teria sido anunciada na segunda-feira aos funcionários da embaixada.

O antecessor de Turki, príncipe Bandarbin Sultan, passou 22 anos no cargo, e a curta passagem do atual embaixador foi uma surpresa. Diplomatas em Riad disseram que o chanceler Saud Al Faisal, irmão de Turki, parecia lento ou doente em suas últimas aparições públicas, o que alimentou especulações de que o atual embaixador nos EUA iria substituí-lo no cargo de ministro.

O preço do petróleo fechou em queda nesta terça-feira, page após um avanço no início da sessão, view e registrou o terceiro dia de poucos negócios. O mercado espera dados dos estoques norte-americanos, na quarta-f eira, e um possível corte no abastecimento da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que responde por um terço do fornecimento global e tem reunião de cúpula na quinta-feira na Nigéria.

Na Nymex, os contratos para janeiro caíram 0,20 dólar e finalizaram a 61,02 dólares por barril. Na mínima, a cotação bateu 60,65 dólares e na máxima, 62.01 dólares. Em Londres, o tipo Brent também com vencimento em janeiro recuou 0,32 dólar, para encerrar a 61,52 dólares por barril, depois de oscilar entre 61,07 e 62,48 dólares.

“O tempo está ameno e nós não conseguimos seguir para 62 dólares por barril mais cedo. Então ficamos em torno de 61 dólares por barril. É aguardar os dados de amanhã e a reunião da Opep”, disse um corretor em Nova York. Um novo relatório sobre estoques norte-americanos está previsto para esta quarta-feira.

A média de analistas ouvidos nesta terça-feira apontou queda de 600 mil barris nas reservas de petróleo na semana passada. As reservas de derivados têm previsão de recuo de 100 mil barris, enquanto as de gasolina contam com expectativa de avanço de 1,2 milhão de barris.

O PMDB, viagra approved maior partido da coalizão de governo, story quer esperar os movimentos de aliados na disputa pela presidência da Câmara para decidir se também lançará um nome ao comando da Casa. Uma reunião do partido marcada para amanhã, inicialmente com objetivo de apresentar um postulante, não deve indicar nenhum candidato, apenas reafirmar a disposição da legenda de reivindicar o direito de indicar um representante.

Pela tradição, a maior bancada eleita tem a preferência na indicação. Até agora, apenas o petista Arlindo Chinaglia (SP), líder do governo na Câmara, colocou sua candidatura, numa decisão criticada por grupos da base parlamentar, que dizem não terem sido consultados. “O processo ainda está totalmente aberto. O PMDB como partido majoritário é fiel nessa balança, mas muita coisa que as pessoas estão dizendo podem não ser, e muita coisa que ninguém está dizendo, é o que acontecerá”, disse o deputado Júlio Delgado, simpatizante da candidatura de Chinaglia.

O atual presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), quer a reeleição, mas ainda não anunciou seu nome oficialmente. Ele aposta no “tempo” para apresentar seu nome. O objetivo dele é sair candidato com o amplo apoio da coalizão. A proliferação de candidaturas nos partidos aliados dificulta a vida do Palácio do Planalto, que esperava um nome único da coalizão.

Um grupo suprapartidário de deputados desejava lançar Rebelo nesta semana, mas foi aconselhado a aguardar. Ainda não há data para isso e articuladores do atual presidente não descartam jogar o anúncio para depois do Natal. “Não creio em movimento pró A, B ou C, mas sim na busca de uma candidatura que represente os interesses e as expectativas da Casa”, desconversou Aldo Rebelo.

A tática de tergiversar em torno do tema não é exclusiva do parlamentar comunista. O PMDB usa a mesma estratégia de trabalhar nos bastidores de forma silenciosa. Quer ver primeiro quais candidatos se sustentam como viáveis até dia 1º de fevereiro. Dependendo do cenário, ou lançam um nome próprio ou negociam com o governo o caro apoio da legenda a um político da base.

O temor das bancadas aliadas e do governo é ver o PMDB forte demais nos próximos dois anos, já que a sigla poderia comandar as duas Casas do Congresso no período. “O melhor dos mundos para o governo é ter uma eleição tranqüila na Câmara e no Senado”, avaliou o deputado Inocêncio Oliveira (PL-PE). Muito popular entre os colegas, sobretudo os do chamado baixo clero, Oliveira trabalha por Aldo Rebelo e prometeu lançar-se candidato se o presidente desistir da disputa.

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta terça-feira um “estudo preliminar” que responsabiliza o governo federal pela crise no transporte aéreo, website enquanto o ministro da Defesa, salve Waldir Pires, sildenafil disse que os problemas decorrem de falhas na gestão da manutenção dos equipamentos.

O relatório do TCU, apresentado pelo ministro Augusto Nardes, relaciona a crise a cortes e contingenciamento de verbas orçamentárias para o setor “sem critério e sem fundamentação”, o que Pires nega. “Por antecipação, eu disse a ele (Augusto Nardes) que (a crise) não é por falta de contingenciamento”, disse Pires antes da divulgação do relatório.

Questionado pelos jornalistas sobre o que teria provocado a crise, o ministro afirmou: “Problemas de certa gestão na manutenção, mas que já estão sendo corrigidos”. Augusto Nardes fundamentou seu argumento, contra o governo, comparando as solicitações de verbas orçamentárias apresentadas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), entre 2004 e 2006, e o que foi autorizado pelo Ministério da Fazenda e efetivamente executado.

“Somando cortes e contingenciamentos, houve uma diferença de 522 milhões de reais entre as necessidades do Decea e o que entrou no Orçamento nos últimos quatro anos”, disse Nardes a jornalistas depois da sessão do TCU. O ministro afirmou que havia uma “ligação óbvia” entre os cortes e a falta de equipamentos e de manutenção nos sistemas de controle, embora as verbas para o Decea tenham aumentado, de 468 milhões de reais em 2004, para 611 milhões de reais em 2006.

A partir do fim de outubro, controladores aéreos em todo o país passaram a trabalhar sem exceder o limite recomendado de aeronaves simultâneas por controlador em protesto por melhores condições de trabalho após o acidente com o avião da Gol, que deixou 154 mortos.

Na semana passada, os problemas do setor ficaram mais evidentes quando dezenas de vôos foram cancelados e outras centenas sofreram atrasos em todo o país depois de uma falha num aparelho de comunicação do centro de controle aéreo Cindacta 1, baseado em Brasília. Na quarta-feira, Waldir Pires vai ter uma audiência na Câmara e deputados vão visitar o Cindacta 1.

EM MARÇO

O presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, afirmou que a situação aérea só se tornará ideal em março do ano que vem, e acrescentou que, embora todas as medidas tenham sido tomadas para se evitar novos transtornos, é preciso “rezar” para que não ocorram mais problemas.

“Na entrada do ano, entram os controladores (de vôo) formados em novembro. Estamos em uma situação boa e podemos com certeza, a partir de fevereiro e março, estar em uma situação ideal”, disse Zuanazzi a jornalistas, na sede da Federação do Comércio do Rio de Janeiro.

Atualmente, o centro de controle aéreo Cindacta 1 conta com 188 controladores, número que deve ser ampliado para 210 até fevereiro. “A situação do ponto de vista do espaço aéreo é melhor do que se tinha em setembro quando a crise se desenvolveu. A tendência é só de melhoria… nós já estamos num estágio bom, e no fim de fevereiro o estágio será ótimo, do ponto de vista do número de controladores para o número de aeronave s no Brasil”.

Brasília – A chefe da Casa Civil da Presidência da República, viagra dosage ministra Dilma Rousseff, rebateu hoje (12), em entrevista coletiva a tese de que “o governo descuidou de investimentos na área da aviação”. A afirmação foi atribuída ao ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU).

Segundo a ministra, o atual governo aplicou R$ 3 bilhões em obras em diversos aeroportos do país, como o de Congonhas, em São Paulo, o do Galeão e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e os aeroportos de Recife, Vitória, Macapá e Manaus. De acordo com a ministra, foram realizadas “obras significativas”. Ela disse que, “sem esses investimentos, problemas muito críticos foram evitados na área dos aeroportos”.

Quanto às dificuldades surgidas no tráfego aéreo no país, Dilma Rousseff disse que o assunto não é afeto à Casa Civil. Ela ressaltou apenas a afirmação do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Luiz Carlos Bueno, de que “não houve contingenciamento de recursos no setor nos últimos anos”.

A ministra explicou que, com a criação do Ministério da Defesa, a Casa Militar deixou de funcionar em conjunto com a Civil, “como acontecia normalmente” e que, por isso, não poderia opinar sobre problemas ligados ao setor aéreo.

Dilma Rousseff lembrou que o tráfego aéreo é afeto ao Comando da Aeronáutica, enquanto a parte de infra-estrutura aeroportuária está vinculada à Infraero [Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária], sendo,então, "dois órgãos distintos".

A Austrália disse na terça-feira que uma retirada apressada das tropas norte-americanas do Iraque seria desastrosa e prometeu aos EUA ajuda para “ver esse trabalho concluído”. “Acreditamos que se os Estados Unidos se retirassem muito rapidamente e inapropriadamente, try as conseqüências seriam não só desastrosas para o povo iraquiano como poderiam levar os países vizinhos a serem arrastados para um conflito militar a respeito do Iraque e no Iraque”, treat disse o chanceler Alexander Downer a jornalistas.

“E é claro que as conseqüências para a luta contra o terrorismo internacionalmente seriam absolutamente desastrosas”, acrescentou Downer, em entrevista após reunião com a colega norte-americana Condoleezza Rice. Ele admitiu que sua posição “não é muito popular”, mas disse que os australianos não se interessam “pela conveniência das manchetes”.

A Austrália foi um dos primeiros países a comprometer tropas para ajudar os EUA na guerra, e atualmente conta com 1.400 soldados no Iraque e arredores. Downer prometeu manter a ajuda.

A secretária norte-americana de Estado, ambulance Condoleezza Rice, disse nesta terça-feira que Washington não vai estabelecer prazos para a conclusão das negociações pluripartites com a Coréia do Norte, mas deixou claro que as reuniões da próxima semana devem ter finalidades definidas.

“Não acho que ninguém tenha nos pedido para marcarmos datas firmes até as quais, se não conseguirmos [um acordo], as negociações param”, disse Rice a jornalistas. As negociações estão marcadas para começar no dia 18 em Pequim, e Rice disse que a Coréia do Norte precisa demonstrar que está comprometida com a desnuclearização, especialmente desde o seu teste nuclear em 9 de outubro, que resultou em sanções da ONU.

Questionada sobre a possibilidade de os EUA oferecerem novos incentivos à Coréia do Norte em troca do fim do programa nuclear, Rice disse que o acordo alcançado em setembro de 2005 especificou claramente que benefícios econômicos e de outros tipos Pyongyang poderia receber.

“Portanto há um programa completo ali. O que não queremos é chegar a uma circunstância em que ficaremos falando disso por aquilo, mas sim de olho em passos realmente importantes no caminho da desnuclearização”.

Pelo acordo de setembro, Pyongyang aceitava “abandonar todas as armas nucleares e programas nucleares existentes” em troca de ajuda e de garantias de segurança dos EUA e de outros países.

As negociações envolvem EUA, China, Rússia, Japão e as duas Coréias. Pyongyang as abandonou há quase um ano, em reação a sanções impostas pelos EUA contra supostos crimes financeiros e de narcotráfico do regime comunista norte-coreano.

A segunda maior guerrilha esquerdista da Colômbia adiou na terça-feira a quinta rodada das conversações de paz com o governo, malady que estava marcada para esta semana em Cuba, enquanto as autoridades começaram a explorar a proposta de um cessar-fogo bilateral do grupo rebelde.

O alto comissário para a paz, Luis Carlos Restrepo, fez o anúncio depois de um encontro com o chefe do Exército de Libertação Nacional (ELN), Francisco Galán, com quem falou sobre a proposta desse grupo para firmar uma trégua bilateral com o governo, que anunciou seu interesse no tema. “Tínhamos preocupação porque se cancelou a reunião que estava prevista para Havana a partir de 15 de dezembro”, disse Restrepo a jornalistas, sem informar a nova data.

“Entretanto, o senhor Galán nos diz que isso tem a ver basicamente com assuntos operacionais, que não conseguem chegar à reunião em Havana, mas continuam em completa disposição para conversar com o governo sobre esse tema”. “Ele disse que a trégua incluiria a suspensão de seqüestros e de ataques às forças públicas, e que o governo está interessado em criar um ambiente propício que permita avançar para uma negociação formal de paz”.

O governo de Álvaro Uribe e o ELN mantêm contatos há um ano, com facilitação de Cuba, mas até agora o grupo rebelde não tomou a decisão de iniciar uma negociação formal de paz.

A maior força guerrilheira de esquerda da Colômbia parabenizou ontem o presidente venezuelano Hugo Chávez pela sua reeleição, cure classificada pelo grupo como uma vitória da autodeterminação, da independência e da soberania, apesar da intromissão dos Estados Unidos.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que já haviam parabenizado os presidentes eleitos Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Daniel Ortega (Nicarágua) e Rafael Correa (Equador), anunciaram que respeitarão a soberania venezuelana e não entrarão no território do país.

"Venceu a maturidade e a clareza política, vermelha, vermelhinha, de forma irrefutável", disse o grupo rebelde, considerado uma organização terrorista que se financia com o narcotráfico pelos Estados Unidos. "Foi derrotada uma nefasta máquina de propaganda desestabilizadora e golpista, orquestrada desde a Casa Branca e do Pentágono", acrescentaram as Farc.

Colômbia e Venezuela compartilham uma fronteira terrestre de 2.219 km, ao longo da qual há a presença de grupos armados ilegais, como as Farc.

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