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Força de paz para o Líbano é inviável sem Europa, diz Solana

Arquivo Geral

25/07/2006 0h00

O secretário do Tesouro Nacional, store information pills Carlos Kawall, patient remedy afirmou hoje que o Brasil não tem pressa de fazer novas emissões externas.

"Estamos numa situação confortável, não temos pressa de fazer novas captações", disse a jornalistas quando questionado sobre rumores no mercado de uma nova operação.

Kawall descartou uma emissão em euros até o final do ano e disse que vê pouca chance de emitir títulos em reais no exterior até as eleições de outubro.

 

A forte onda de calor que vem castigando a França há uma semana pode ter provocado a morte de perto de 40 pessoas no país, thumb disse hoje o Instituto Nacional de Vigilância Sanitária (InVs).

Depois de um alívio temporário no sábado e domingo, information pills a França sofre uma nova onda de calor nesta semana. O alerta laranja de temperatura abrange 53 departamentos franceses.

O InVs publicará na quinta-feira um número preciso das mortes relacionadas ao calor. Em agosto de 2003, cerca de 15.000 pessoas morreram no país em consequência das altas temperaturas.

Segundo Philippe Métayer, meteorologista da Météo France, o calor deverá continuar castigando o país até pelo menos o início de agosto.

Uma alemã deixou uma agência do correio da cidade de Mechernich em pânico quando uma serpente albina de 1, erectile 5 metro escapou de um pacote que ela havia postado, store disse hoje a polícia.

A mulher de 28 anos, prostate que havia vendido a cobra pela Internet, colocou o animal em um pacote com o aviso "atenção: vidro", para ser enviado ao seu novo proprietário.

"Os funcionários aceitaram o pacote e o colocaram no fundo do escritório, eles não tinham idéia do que era", disse o porta-voz da polícia Andreas Blum.

"De repente, eles perceberam que o pacote começou a se mexer e então viram uma enorme serpente saindo da caixa".

Uma das funcionárias do correio lutou com a serpente e a trancou em um outro recipiente, enquanto seus colegas corriam.

Apesar de não ser um crime enviar cobras pelo correio, a mulher está sendo investigada por tratamento impróprio de animais.

Lideranças do povo Cocama estão hoje em Manaus para denunciar agressões supostamente cometidas contra 140 moradores da aldeia Boca do Mocoruna, drug que fica na beira do rio Solimões, em Fonte Boa, no Amazonas.

Os indígenas contam que, há dez dias, cumprindo um mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça estadual, a Polícia Militar destruiu todas as casas da comunidade. "A prefeitura apóia o suposto proprietário das terras, que, na verdade, são públicas", diz o coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Jecinaldo Sateré-Maué. "Esses indígenas estão em uma situação muito difícil, vivendo em lonas. Há 40 crianças doentes, com catapora", conta.

O secretário municipal de Governo de Fonte Boa, Ronaldo Bonat, rebate as acusações da Coiab. Ele argumenta que foi o pecuarista João Mendes Felipe (suposto proprietário da área que os indígenas ocupam), não a prefeitura, quem pediu a reintegração de posse. "Se fizerem um estudo antropólogico aprofundado, verão que ninguém lá é índio", diz o secretário.

O sargento da Polícia Militar que comandou a operação, Sizino da Costa, tem a mesma opinião de Bonat. "Quando começou essa confusão, esse pessoal não era índio. O reconhecimento deles veio depois que o juiz expediu o mandado de reintegração de posse".

Segundo Costa, os seis policiais militares e os cinco guardas municipais que executaram a ordem judicial não agiram com violência. "Fomos bem recebidos, até serviram almoço para nós na comunidade", contou. "Nós desmanchamos as casas com cuidado, ainda dá para aproveitar a madeira, a palha e o zinco".

O chefe de Assistência da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Manaus, José Melo, lamentou que o órgão não tenha escritório em Fonte Boa e nem advogados na capital amazonense. "Vamos agir com apoio do setor jurídico da Coiab e da Federação Estadual dos Povos Indígenas (Fepi)", disse. "A família que esteve aqui fazendo a denúncia é indígena. Vamos atestar em campo se as demais também o são", disse Melo.

De acordo com ele, não há data prevista para o trabalho de campo, porque faltam recursos para a viagem. "Ficou acertado que a gente vai para Fonte Boa na primeira quinzena de agosto", disse o diretor-técnico da Fepi, José Mário Mura. "Enquanto isso, vamos ver se o Ministério Público pode interceder junto à prefeitura e à Justiça para providências mais rápidas", acrescentou.

Segundo Mura, os indígenas marcaram para hoje às 15h (horário de Manaus) uma reunião com o procurador André Lasmar, do Ministério Público Federal.

De acordo com a Funai, os critérios para que uma pessoa seja considerada indígena são auto-identificação, reconhecimento da comunidade e origens pré-colombianas (parentesco).

Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estão reunidos hoje na sede da Varig para estudar quais as rotas a companhia aérea terá de operar. A determinação inicial da agência é para que a Varig cumpra as 13 rotas internacionais que estavam sendo realizadas antes do leilão da empresa, more about ocorrido no último dia 20.

A assessoria de imprensa da Varig disse que não há ainda um posicionamento formal dos novos controladores. As 13 rotas internacionais que vinham sendo operadas pela companhia aérea eram Frankfurt e Munique (Alemanha); Miami e Nova Iorque (Estados Unidos); Londres (Inglaterra); Madri (Espanha); Paris (França); Buenos Aires (Argentina); Caracas (Venezuela); Milão (Itália); Cidade do México (México); Lima (Peru); e Bogotá (Colômbia).

Segundo a Anac, ambulance as companhias nacionais Gol e TAM estão com vôos extras para o Nordeste para cobrir o vazio deixado pela Varig também no mercado interno durante esse período de férias, denominada de época cheia.

Uma força de paz internacional, case para garantir a implantação de um cessar-fogo no sul do Líbano, generic não poderá ser formada sem a participação da Europa, afirmou hoje o chefe da política externa da União Européia (UE), Javier Solana.

Segundo Solana, a cúpula marcada para acontecer em Roma amanhã, que vai debater o conflito entre Israel e a guerrilha libanesa Hezbollah, deve lançar um "processo de paz" que resultaria no envio de uma força de estabilização e de ajuda humanitária para a região.

"Sem os europeus a força não existirá. Para mim é fundamental que alguns países europeus participem", disse Solana.

Ele reconheceu, no entanto, que colocar uma força de paz na região pode ser extremamente difícil e demorado, em vista da complexidade e da história do conflito.

Israel vem bombardeando o Líbano por 13 dias depois de combatentes do Hezbollah terem matado oito soldados israelenses e capturado outros dois em uma ação no dia 12 de julho, na área de fronteira.

Durante o conflito, a milícia, que conta com o apoio do Irã, disparou, segundo estimativas, cerca de 1.200 foguetes contra o norte de Israel, deixando várias vítimas ali.

"Será muito difícil. Qualquer tentativa de simplificar demais a questão seria um erro grave", disse Solana.

Ele não quis citar quais países europeus participariam da força de paz, mas autoridades da UE afirmaram que a França, a Alemanha e a Espanha, todas integrantes da força de reação rápida da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), poderiam se envolver.

Questionado sobre se a Otan, uma aliança militar comandada pelos EUA, participaria da força, diretamente ou prestando assistência, Solana respondeu que cabia ao Ocidente descobrir a melhor forma de conseguir ganhar o apoio da população árabe a uma missão do tipo.

"Temos de ter muito cuidado com a forma como as pessoas vão ver isso, já que desejamos que elas fiquem do nosso lado. Por isso, temos de convencê-las de que, independente de como seja a força, ela será para ajudar as pessoas, para ajudar o governo libanês", afirmou.

Segundo um porta-voz da Otan, nenhum pedido havia sido feito para a aliança e nenhuma consulta havia sido realizada para decidir sobre a eventual participação dela.

A Otan está envolvida neste momento na expansão de suas forças de paz estacionadas no Afeganistão e não parece disposta a assumir uma missão perigosa no Oriente Médio, afirmam assessores.

Entre os outros países da UE que se disseram dispostos a participar de uma força estavam a Finlândia (que ocupa atualmente a Presidência rotativa do bloco), a Grécia e a Suécia.

A agência sueca de notícias TT afirmou que a ministra de Desenvolvimento Internacional do país, Carin Jamtin, havia dito qu e seu governo estava preparado para integrar uma força internacional ampliada no Líbano, mas que desejava antes determinar claramente os objetivos dessa força.

Segundo Solana, o Exército libanês, fraco demais para assumir o controle do sul do Líbano depois do fim da ocupação israelense em 2000 e da saída dos soldados sírios no ano passado, deveria atuar ao lado de uma força internacional.

Questionado sobre como o Hezbollah seria desarmado, uma exigência central de Israel, Solana respondeu que uma solução política poderia anular os motivos pelos quais o grupo xiita sente haver necessidade de manter suas armas.

"Acho que o Hezbollah será em parte dissolvido pelos libaneses e, em parte, dissolvido em vista das obrigações da 1559 (resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas). E, em terceiro lugar, acho que ele se dissolverá porque não haverá mais motivos para que mantenha suas armas. Gostaria de ver o Hezbollah transformando-se, ao final, em um partido político, desempenhando um papel importante na vida política do Líbano e sem se envolver com outras coisas", acrescentou.

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