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Foco de aftosa está restrito à região e risco de propagação é "baixo", diz primeiro minist

Arquivo Geral

10/08/2007 0h00

O primeiro-ministro do Reino Unido, illness Gordon Brown, more about afirmou hoje que o foco de febre aftosa no país está restrito “a uma área limitada” e que o risco de propagação “é pequeno, se não insignificante”.


O Ministério do Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (Defra) informou hoje que investiga um possível caso fora da zona de proteção e confirmou que os testes realizados em uma terceira fazenda que estava sob suspeita, dentro da área de controle, deram negativo.


Em declarações à emissora “BBC” após presidir uma reunião do comitê de crise do Governo, Brown disse que as autoridades britânicas estão adotando as medidas necessárias para que, com exceção das áreas sob controle, o resto do país volte à normalidade.


“O Reino Unido está aberto à atividade econômica”, disse Brown, no escritório oficial de Downing Street.


O primeiro-ministro britânico, no entanto, afirmou que as proibições sobre o transporte nacional de gado continuarão em vigor até que o Governo esteja “absolutamente certo” de que a doença foi controlada.


Brown agradeceu “a paciência, a cooperação e compreensão” nas comunidades rurais e anunciou que concederá indenizações para os criadores de gado na área afetada, que deverão ser entregues “nos próximos dias”.


As declarações de Brown foram feitas depois que a veterinária assessora do Governo britânico, Debby Reynolds, afirmou em entrevista coletiva em Londres que a infecção “pode ser controlada” dentro da área de Surrey (sul da Inglaterra) onde estão as duas fazendas de criação de gado afetadas pela febre aftosa.


As duas propriedades rurais estão próximas ao laboratório animal de Pirbright, que, segundo os relatórios de especialistas, é “muito provável” que seja a origem do foco da doença, segundo Reynolds.


No laboratório trabalham o Instituto de Saúde Animal (IAH), um centro de pesquisa e diagnóstico, e a companhia farmacêutica Merial Animal Health, que produz vacinas para animais.


Reynolds disse que, por enquanto, não há planos para vacinar o gado como forma de controlar a febre aftosa na Inglaterra, mas reconheceu que esta é uma opção.


Este é o primeiro foco de aftosa registrado no Reino Unido desde a epidemia de 2001, que causou estragos no país, obrigando o sacrifício de entre 6,5 milhões e 10 milhões de cabeças de gado.


Na época, o Governo de Tony Blair foi duramente criticado por causa da lentidão da resposta à crise.

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