Um grupo de deputados democratas e republicanos apresentou hoje um projeto que proíbe os Estados Unidos de atacarem o Irã sem permissão do Congresso. "A resolução deixa cristalinamente claro que nenhuma resolução anterior aprovada pelo Congresso" autoriza um ataque dos EUA ao Irã, click medical disse o deputado republicano Walter Jones, search autor da iniciativa, this referindo-se à votação de 2002 em que o Congresso autorizou o governo Bush a invadir o Iraque.
A resolução conjunta, que terá força de lei se for aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo presidente George W. Bush, só dispensaria a aprovação parlamentar em caso de ataque iraniano aos EUA ou às suas forças, ou se tal ataque for "comprovadamente" iminente.
Até agora, a resolução de Jones tem 11 assinaturas entre os 435 deputados. O democrata Martin Meechan disse não confiar no Irã, mas que o projeto é necessário porque o governo "mentiu muitas vezes" antes de invadir o Iraque em 2003. Os autores da proposta esperam que ela seja votada nos próximos meses, possivelmente como parte do pacote de financiamento da guerra do Iraque ou com outras medidas relativas ao Iraque.
A preocupação de uma possível guerra contra o Irã cresceu depois que os EUA deslocaram mais um porta-aviões para a região do golfo Pérsico e depois que Bush fez comentários prometendo mais dureza para conter a influência iraniana na região.
A pista do Setor Policial está fechada por causa de um acidente ocorrido no final da tarde de hoje, story envolvendo dois carros. Um Fiat Tipo e um Elba bateram de frente, medicine deixando duas pessoas feridas.
De acordo com informações da rádio CBN, o trânsito está interrompido no sentido Cruzeiro- Asa Sul, para que os Bombeiros possam fazer o socorro das vítimas.
O assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, discount Marco Aurélio Garcia, salve disse nesta quinta-feira que o governo brasileiro deve apresentar, até abril, uma proposta conjunta sobre a criação de um banco de fomento da América do Sul. A idéia de criar o Banco do Sul para financiar projetos de desenvolvimento de países mais pobres do continente partiu do presidente venezuelano Hugo Chávez.
Mais cedo, hoje, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, defenderam o fortalecimento de mecanismos de fomento existentes na América do Sul em vez da criação do Banco do Sul. Segundo Furlan, uma das possibilidades para aumentar os financiamentos aos países sul-americanos é aumentar o capital da Comissão Andina de Fomento (CAF).
De acordo com o ministro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverá capitalizar a CAF em US$ 200 milhões. “Eu ficaria feliz se o BNDES e a CAF pudessem atuar de forma mais agressiva no âmbito da região. Seria um bom começo fazer os mecanismos existes funcionarem”, disse Furlan.
Para o ministro da Fazenda, uma das alternativas seria fazer com o BNDES atuar de forma conjunta com o Banco de La Nacion da Argentina e o Banco de Desenvolvimento da Venezuela. “Como esses bancos já têm poder financeiro e estrutura, eles estão aptos a funcionar imediatamente. Então não é preciso esperar uma nova estrutura e uma nova legalização”, acrescentou Mantega. Os dois ministros acreditam, no entanto, que a idéia do Banco do Sul é válida e que pode ser pensada para o futuro.
Garcia também falou sobre a circulação de uma moeda comum no Mercosul. “Esta acertado, entre o Brasil e Argentina. O presidente Hugo Chávez também demonstrou interesse em utilizar este sistema”, disse Garcia.
o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o uso de moedas locais no comércio entre o Brasil e a Argentina deve começar já no meio do ano. Segundo ele, o modelo de comercio bilateral sem o uso do dólar já foi desenhado pelos bancos centrais dos dois países e deverá passar por um período de adaptação. Mantega negou que Paraguai e Uruguai rejeitem a idéia de usar o mesmo sistema em todo o Mercosul.
“Em uma reunião que fizemos cerca de um mês atrás havia a intenção de que essa modalidade que está sendo iniciada entre Brasil e Argentina possa ser compartilhada pelos outros países, mas certamente vamos discutir esse assunto e saber que objeções eles têm a colocar, porque não há nenhuma obrigatoriedade [de usar moedas locais no comércio]”.
O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, this web Marco Aurélio Garcia, reconheceu hoje que pode haver divergências entre Brasil e Argentina quanto a concessões aos sócios menores do Mercosul para reduzir as assimetrias no bloco.
O Brasil propôs que fosse eliminada a dupla cobrança de Tarifa Externa Comum (TEC) aos produtos de fora do bloco que entrassem pelo Paraguai e pelo Uruguai. Também partiu do Brasil a proposta de eximir a Bolívia de algumas tarifas aduaneiras para facilitar o ingresso do país no Mercosul.
Garcia afirmou não ter uma posição oficial do governo argentino, mas disse ter ouvido rumores de uma oposição à proposta brasileira. "A redução das assimetrias vai se dar por um conjunto de medidas. Essa (sobre a TEC) não será a única", afirmou o assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apostando num entendimento entre os países.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a defender nesta tarde tratamento diferenciado aos países mais pobres do Mercosul. Mais cedo, o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, pediu flexibilidade para assegurar a integração regional. "Queremos um Mercosul includente e justo, que não seja apenas reflexo da globalização do mercado, que não seja apenas trânsito de bens, que seja integração de pessoas, nações e culturas que possam buscar um continente justo", disse, na abertura do Fórum Consultivo de Municípios, Estados, Províncias e Departamentos. "O Mercosul exige criatividade e flexibilidade."
Para Marco Aurélio Garcia, a integração dos países sul-americanos não se dá apenas na união aduaneira, mas, sobretudo, em projetos comuns de energia e infra-estrutura e mecanismos de financiamento para a execução desses projetos. O assessor comentou o avanço do Brasil e da Argentina quanto ao uso de moe da local nas relações bilaterais e disse que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também vê com bons olhos a idéia.
Segundo Garcia, algumas decisões tomadas pelos países do bloco não precisam ser consensuais. "Os convênios de crédito recíproco, tem países que têm e outros que não têm. Não podemos impor", disse, lembrando que, com esses convênios, o Brasil melhorou sua exportação de serviços.