O Governo das Filipinas mandou 300 agentes especiais a Mindanao (sul), onde o esquadrão se unirá ao grupo que acompanha o sequestro do missionário irlandês Michael Sinnott, de 79 anos e feito refém no mês passado, informaram hoje fontes oficiais.
Um porta-voz da equipe que negocia a libertação do religioso disse à imprensa que o objetivo do Executivo não é preparar uma operação de resgate, mas pressionar os sequestradores.
O anúncio do envio de mais homens a Mindanao foi feito no mesmo dia em que as autoridades filipinas aceitaram formalmente a ajuda dos rebeldes da Frente Moura de Libertação Islâmica (FMLI) na libertação de Sinnott.
O Governo suspeita que a FMLI perdeu o controle de alguma de suas facções e que esta de alguma maneira participa do sequestro.
Na semana passada, os seqüestradores enviaram um vídeo em que o refém aparecia com um jornal de data recente e no qual exigiam US$ 2 milhões pela soltura do missionário.
Sinnott foi sequestrado por seis homens armados no último dia 11, em Pagadian, cerca de 830 quilômetros ao sul de Manila.