O ex-deputado Omri Sharon, price filho do ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, information pills deverá ingressar em fevereiro na prisão, viagra approved onde cumprirá uma pena de sete meses, por decisão do Supremo Tribunal israelense, que rejeitou uma ação para reduzir a sentença. Sharon foi condenado em fevereiro de 2006 a nove meses de prisão e outros nove de prisão condicional, além do pagamento de uma multa de 300 mil shekels (53.651 euros), após ser declarado culpado de violar a lei de financiamento de partidos e prestar falso testemunho.
Apesar da pena inicial, o tribunal do distrito de Tel Aviv, onde foi processado, reduziu o período de prisão a sete meses.
A corte tomou esta decisão depois de Ariel Sharon sofrer, em 4 de janeiro de 2006, um derrame cerebral, levando em consideração a difícil situação da família.
O Supremo israelense resolveu hoje que não encontrava nenhuma razão para alterar a sentença emitida sobre o caso, e que, portanto, Omri deverá ingressar na prisão em um mês, ou seja, até 27 de fevereiro.
Entre as acusações pelas quais ele foi condenado destaca-se a de violar a Lei Eleitoral para favorecer seu pai com a arrecadação de doações sete vezes superiores ao permitido durante a campanha para a liderança do Likud, em 1999.
Omri Sharon foi condenado também por ter prestado falso testemunho em relação a como obteve o dinheiro, que, segundo ele, tinha sido através de um empresário milionário residente na África do Sul e velho amigo do ex-primeiro-ministro.
O filho de Ariel Sharon admitiu a maioria das acusações e renunciou a sua cadeira parlamentar como membro do Likud – e também a sua imunidade como deputado – um mês antes de ser levado a julgamento.
O caso de corrupção, divulgado em 2001 após a investigação realizada por um jornal israelense, atingiu também Ariel Sharon.
Em um primeiro momento, Sharon foi suspeito de ter aceitado subornos em negócios imobiliários com ramificações internacionais nos quais estavam envolvidos seus filhos e membros do Likud.
No entanto, o assessor jurídico do Governo israelense, Menachem Mazuz, decidiu não condená-lo por falta de provas.