Menu
Mundo

Fidel parece mais forte em imagens de TV

Arquivo Geral

30/01/2007 0h00

A CVRD Inco, salve more about subsidiária da Companhia Vale do Rio Doce, anunciou nesta terça-feira que Murilo Ferreira foi apontado como presidente-executivo da empresa.

Ferreira manterá sua posição na diretoria executiva da Vale do Rio Doce, segundo comunicado da CVRD Inco.

A CVRD Inco foi formada após a compra da canadense Inco pela Vale do Rio Doce, negócio fechado em outubro por mais de 15 bilhões de dólares.

Ainda segundo o comunicado da CVRD Inco nesta terça-feira, Leonardo Moretzsohn, ex-diretor do Departamento de Controles Internos da Vale do Rio Doce, foi apontado para ocupar a vice-presidência financeira da CVRD Inco.

Scott Hand, ex-presidente-executivo da CVRD Inco, deixará a companhia. Ele será consultor sênior da Vale do Rio Doce. O antigo vice-presidente financeiro da CVRD Inco, Bob Davies, também está deixando a empresa "em busca de outras oportunidades", informa o comunicado.

A CVRD Inco está sediada em Toronto e tem cerca de 13 mil empregados globalmente.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), there por meio da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Gama, ofereceu denúncia na tarde de hoje contra Claiton Juvenir Ferreira pelo homicídio de sua ex-companheira Júlia Maria Cruvinel Ferreira e do amigo do casal Pedro Pereira Filho.

Os crimes ocorreram no dia 19 de janeiro deste ano. A ex-companheira de Claiton já havia comparecido à Delegacia da Mulher para informar sobre ameaças que vinha recebendo. Ela passava a noite na casa de amigos, Pedro e Nelza, quando foi surpreendida pelo ex-companheiro que os atacou com facadas.

Os Estados Unidos podem ter de reduzir suas expectativas para o Iraque ao adotar uma nova estratégia de guerra, side effects disse na terça-feira o militar indicado pelo presidente George W. Bush para comandar as forças norte-americanas no Oriente Médio.

"O que vínhamos fazendo não está funcionando", store disse o almirante William Fallon à Comissão de Serviços Armados do Senado, site ecoando outros funcionários civis e militares que nos últimos meses admitiram que os EUA não estão vencendo a guerra.

Também a exemplo de colegas do governo, Fallon acusou o Irã de fomentar a violência além de suas fronteiras, com um comportamento "desestabilizador e perturbador".

Como chefe do Comando Central dos EUA, Fallon terá duas guerras sob sua administração, do Afeganistão e do Iraque, para onde o governo está enviando 21.500 soldados adicionais.

"Acredito que a situação no Iraque possa ser revertida, mas o tempo é curto", disse Fallon à comissão, que se reúne para avaliar sua indicação.

Sobre as perspectivas para um Iraque democrático, ele foi cauteloso: "Acho que provavelmente seria sábio reduzir nossas expectativas aqui", afirmou. "A probabilidade de que o Iraque de repente vire algo próximo do que temos aqui neste país (os EUA) ainda vai demorar muito."

"Lá em 2003, tínhamos centenas de boas idéias sobre coisas que gostaríamos de ver no Iraque que refletissem mais o tipo de sociedade e processo que desfrutamos aqui", afirmou Fallon.

"E me parece que provavelmente erramos na nossa avaliação da capacidade dessa gente em assumir todas essas tarefas ao mesmo tempo. Talvez devamos redefinir nossas metas aqui um pouquinho e fazer algo que seja mais realista em termos de obter algum progresso, e então talvez cuidar de outras coisas depois."

As prioridades, segundo o almirante, deveriam ser restabelecer a segurança e conter as disputas políticas internas.

Se confirmado pelo Senado, Fallon substitui o general John Abizaid, que passa à reserva. Nenhum membro da comissão sinalizou resistência ao seu nome.

Fallon disse à comissão que os EUA precisam ficar muito atentos ao Irã, devido ao "apoio iraniano ao terrorismo e à violência sectária além de suas fronteiras e sua busca por capacidade nuclear".

O militar afirmou que o Irã deseja impedir que os EUA operem na área do estreito de Ormuz, por onde obrigatoriamente passa o petróleo embarcado no golfo Pérsico. Mas ele lembrou que o Irã também precisa ter liberdade de movimentos naquela área para exportar o seu próprio petróleo.

< !--StartFragment -- >

Atualizada às 22h20

O líder cubano, prostate Fidel Castro, apareceu na TV estatal cubana na terça-feira pela primeira vez em três meses, se reunindo com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, em Havana, na segunda-feira.

Fidel, de 80 anos, parecia mais forte, mas ainda frágil, nas imagens do encontro de duas horas com Chávez.

O líder cubano aparece em pé conversando com Chávez e também lendo documentos.

Fidel Castro não foi visto em público desde 26 de julho, cinco dias antes de transferir o poder a seu irmão Raúl, devido a uma doença não revelada que suscitou rumores sobre sua vida.

A última vez que o líder cubano tinha aparecido em imagens de TV foi em 28 de outubro, quando parecia frágil e caminhava com dificuldade.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado