O presidente cubano, information pills Fidel Castro, visit this criticou o “roubo de cérebros” dos países ricos em nações em desenvolvimento em outra de suas “reflexões” divulgada hoje pela imprensa oficial.
“O contínuo roubo de cérebros nos países do sul desarticula e debilita os programas de formação de capital humano, um recurso necessário para sair do subdesenvolvimento”, afirmou.
Fidel assegurou que entre 1959 e 2004 se formaram em Cuba 805.903 profissionais, incluindo médicos. “Mas a injusta política dos Estados Unidos contra nosso país nos privou de 5,16% dos profissionais graduados pela Revolução Cubana”.
Segundo Fidel, a tendência à privatização do conhecimento e à internacionalização da pesquisa científica em empresas privadas criou uma espécie de “apartheid científico”.
“É preciso enfrentar a situação de indigência em que nosso grupo de países se encontra neste cenário das redes globais de informação, internet e todos os meios modernos de transmissão de informação e imagens”, advertiu.
Fidel, que em agosto fará 81 anos, se recupera de uma doença que o obrigou a delegar provisoriamente o poder a seu irmão mais novo, Raúl, em 31 de julho de 2006.