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Festival português de cinema abre espaço para produções brasileiras

Arquivo Geral

16/04/2008 0h00

A segunda edição do festival português de cinema Hola Lisboa, here que será realizada entre os dias 21 e 25 de maio na capital portuguesa, price abre espaço para a produção cinematográfica dos países ibero-americanos, entre eles o Brasil.

O filme “Tropa de Elite”, do carioca José Padilha, vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim deste ano, abrirá o festival.

A produção “Ó paí, ó”, da baiana Monique Gardenberg, concorre ao prêmio principal do Hola Lisboa, o Galo de Ouro.

Os outros filmes em competição são os chilenos “Radio Corazón”, de Roberto Artiagoitia, e “Pai Nosso”, de Rodrigo Sepúlveda; o argentino “XXY”, de Lucía Puenzo; o colombiano “Soñar no Cuesta Nada”, de Rodrigo Triana; o espanhol “Barcelona (un mapa)”, de Ventura Pons; e o português “Dot.com”, de Luís Galvão Teles.

A diretora e fundadora do Hola Lisboa, a angolana Ossanda Liber, disse em entrevista coletiva que a ampliação do festival se deve à grande qualidade do cinema latino-americano, que “está crescendo e foi aplaudido no mundo todo”.


 

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    16/04/2008 0h00

    A segunda edição do festival português de cinema Hola Lisboa, que será realizada entre os dias 21 e 25 de maio na capital portuguesa, abre espaço para a produção cinematográfica dos países ibero-americanos, entre eles o Brasil.

    O filme Tropa de Elite, do carioca José Padilha, vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim deste ano, abrirá o festival.

    A produção Ó paí, ó, da baiana Monique Gardenberg, concorre ao prêmio principal do Hola Lisboa, o Galo de Ouro.

    Os outros filmes em competição são os chilenos Radio Corazón, de Roberto Artiagoitia, e Pai Nosso, de Rodrigo Sepúlveda; o argentino XXY, de Lucía Puenzo; o colombiano Soñar no Cuesta Nada, de Rodrigo Triana; o espanhol Barcelona (un mapa), de Ventura Pons; e o português Dot.com, de Luís Galvão Teles.

    A diretora e fundadora do Hola Lisboa, a angolana Ossanda Liber, disse em entrevista coletiva que a ampliação do festival se deve à grande qualidade do cinema latino-americano, que “está crescendo e foi aplaudido no mundo todo”.

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