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Mundo

FBI já trabalha com um suspeito do disparo contra a Casa branca

Arquivo Geral

16/11/2011 17h28

O serviço secreto dos Estados Unidos confirmou nesta quarta-feira (16) que uma bala atingiu uma das janelas da Casa Branca, e descartou uma possível ligação entre esse incidente e os disparos registrados na ultima sexta-feira no centro de Washington.

 

As autoridades emitiram uma ordem de prisão contra Oscar Ramiro Ortega – descrito como um homem de origem hispânica, de 21 anos -, por sua relação com os disparos que várias testemunhas escutaram na última sexta.

 

No entanto, o disparo que atingiu a janela da mansão presidencial “não está ligado de forma conclusiva ao incidente da última sexta-feira”, indicou o serviço secreto em comunicado enviado à rede de televisão “CNN”.

 

As autoridades, que encontraram a bala na última terça-feira, vasculham os arredores da Casa Branca, onde uma segunda bala também foi encontrada.

 

O incidente provavelmente não tem relação com os disparos registrados na última sexta-feira, já que os tiros foram ouvidos a uma distância de 700 metros da residência presidencial, informou nesta quarta-feira o serviço secreto americano.

 

Apesar de as autoridades não terem especificado a nacionalidade de Ortega, sabe-se que o acusado supostamente reside em Washington, embora seja de origem hispânica e tenha laços com o estado de Idaho.

 

O suspeito citado também parece ser o dono do veículo que as autoridades encontraram abandonado na rua 23 logo após os disparos terem sido registrados. Isso porque um fuzil AK-47 registrado com o nome de Ortega foi encontrado no interior do carro.

 

O FBI, o Escritório para o Controle de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo (ATF), a Polícia Nacional de parques e a Polícia Metropolitana de Washington ainda tentam localizar Ortega, que segue foragido.

 

Quando o incidente ocorreu, o presidente Barack Obama e sua esposa, Michele Obama, estavam no Havaí para acompanhar a cúpula da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) e, por isso, a hipótese de que a mansão presidencial pudesse ter sido o alvo do suspeito foi descartada.

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