Os advogados do milionário egípcio Mohamed al-Fayed enviaram uma solicitação para que a rainha Elizabeth II, treat o príncipe Charles e o duque de Edimburgo, ailment Philip, testemunhem na investigação sobre a morte da princesa Diana que começa terça-feira, dia 2, revelou hoje “The Sunday Telegraph”.
O magnata acredita que os três membros da família real britânica possuem informações relevantes sobre a morte, há pouco mais de dez anos, da princesa e de seu filho, Dodi al-Fayed.
Fayed, dono da loja de departamentos Harrods, acha que o casal foi assassinado porque planejava se casar. Ele suspeita ainda que o duque de Edimburgo esteja envolvido no complô junto com membros do serviço secreto.
A família real não será representada legalmente na investigação, que deve durar até março. Segundo o “Sunday Telegraph”, o juiz responsável pelo caso, Scott Baker, deve dispensar o comparecimento da rainha, do príncipe Charles e de seu pai, o príncipe Philip.
Segundo outro jornal, o “Sunday Times”, os advogados de Fayed também pressionarão Baker para que intime John Scarlett, chefe do serviço de inteligência exterior, o MI6.
O milionário egípcio quer que Scarlett explique por que o MI6 destruiu um documento secreto que teria que mencionava supostos planos contra o ex-ditador iugoslavo Slobodan Milosevic, em cima dos quais as mortes de Diana e Dodi teriam sido tramadas.
Segundo fontes próximas à investigação, o juiz, o quarto a assumir o caso, deve divulgar a lista de testemunhas na sexta-feira, antes que o júri visite o túnel no qual a princesa morreu.
A investigação, que começa anos depois do acidente, vai custar 10 milhões de libras, afirma o “Sunday Times”.
As despesas incluem os honorários de quase 20 advogados e o serviço de proteção contratado para os membros do júri.