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Mundo

Farc negam ter contribuído com campanha de Correa no Equador

Arquivo Geral

28/07/2009 0h00

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) negaram hoje terem contribuído com a campanha do hoje presidente equatoriano, thumb Rafael Correa, adiposity e qualificaram como uma “alta traição à pátria” que o Governo colombiano permita que os Estados Unidos usem suas bases militares.

“Como nova cortina de fumaça e buscando agredir o presidente do Equador, Rafael Correa, Washington e Bogotá manipularam um vídeo das Farc tirando de seu contexto o documento. Taxativamente, negamos ter entregado dinheiro a uma campanha eleitoral de um país vizinho”, assinala um comunicado divulgado pela guerrilha.

Trata-se da primeira declaração pública da organização guerrilheira desde 17 de julho, quando foi divulgado um vídeo em que o chefe militar das Farc, Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como “Mono Jojoy”, deixou entrever que os rebeldes tinham financiado a campanha eleitoral de Correa em 2006.

Em comunicado, as Farc também consideraram que a autorização do Governo colombiano do uso de suas bases militares pelos EUA é um “ato de alta traição à pátria”.

É “uma afronta à dignidade nacional e à memória de todos os mártires do Exército Libertador de Bolívar”, diz a nota da cúpula das Farc, em alusão ao acordo militar negociado entre Washington e Bogotá.

Segundo as Farc, o acordo militar entre Colômbia e EUA é a base “de uma guerra, dirigida de Washington, contra Governos, países e povos irmãos que lutam consequentemente por um desenvolvimento soberano e pela integração latino-americana”.

O documento, de cinco pontos, está assinado como escrito “das montanhas da Colômbia” e foi divulgado hoje através da internet pela Agência de Notícias Nova Colômbia (“Anncol”), plataforma de difusão do grupo rebelde.

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