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Mundo

Farc dizem que esforços devem se dirigir à desmilitarização de territórios

Arquivo Geral

11/01/2008 0h00

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), help que libertaram Clara Rojas e Consuelo González de Perdomo, cialis 40mg consideram que agora os esforços devem se dirigir à implantação do território desmilitarizado que o grupo exige como condição para negociar um acordo humanitário com o Governo.

Em comunicado datado de quinta-feira, ambulance das “montanhas da Colômbia”, e divulgado no site da “Agência Bolivariana de Imprensa” (“ABP”), o “secretariado” – comando central – mantém sua condição de retirada de tropas das localidades de Florida e Pradera.

Os insurgentes disseram que as duas localidades devem ser o “palco do diálogo Governo-Farc para o acordo e a materialização da troca, que tornará possível a libertação de todos os prisioneiros em poder das forças adversárias”.

São os “cativos na montanha (os reféns) e os guerrilheiros presos nas prisões do regime, incluindo Sonia e Simón (extraditados aos Estados Unidos)”, reiteraram as Farc, que pretendem trocar 43 seqüestrados por 500 rebeldes presos.

As Farc disseram que, com a entrega de Rojas e Consuelo González, honraram sua palavra e o compromisso com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, a congressista colombiana Piedad Córdoba e a comunidade internacional.

“Se o menino Emmanuel não está nos braços de sua mãe é porque o presidente (Álvaro) Uribe Vélez o mantém seqüestrado em Bogotá”, sustentaram as Farc, ao se referir à permanência da criança em um albergue infantil do Estado.

Os insurgentes pediram a Uribe que “o liberte para que todos possam comemorar este fato”.

Na mesma nota, as Farc consideraram que a libertação de Rojas e González é “humanitária e unilateral”, apesar dos problemas colocados por Uribe, que não conseguiu evitar que se desse “este primeiro passo promissor, que convida a pensar na possibilidade da paz na Colômbia”.

“Conseguiremos a troca”, asseguraram os guerrilheiros, que agradeceram Chávez e os Governos que o acompanharam pelo “nobre esforço” pela libertação.

“Na realidade, somos uma força beligerante à espera de ser reconhecida pelos Governos do mundo”, o que, segundo eles, “aplanaria o tortuoso caminho do povo da Colômbia na busca da paz”.

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