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Mundo

Família nega que filho tenha se matado em Guantánamo

Arquivo Geral

14/06/2006 0h00

O presidente dos EUA, viagra more about George W. Bush, case e o primeiro-ministro do Japão, more about Junichiro Koizumi, um grande fã de Elvis Presley, visitarão a mansão de Graceland, para prestar homenagem ao rei do rock and roll.

Elvis se mudou para o rancho de 5 hectares em Memphis, no Tennesse, em meados da década de 1950 e morreu ali em 1977, aos 42 anos. Graceland atrai fãs de Elvis de todas as partes do mundo e é tida oficialmente como um dos locais históricos dos Estados Unidos.

Koizumi, 64 anos, e Elvis nasceram ambos no dia 8 de janeiro.

Websites de fãs de Elvis dizem que o líder japonês é um membro entusiasta do fã-clube de Elvis Presley em seu país e chegou a cantar uma música do ídolo em um banquete durante uma visita à Austrália no ano passado.

Koizumi está prestes a deixar o cargo, em setembro, e sua visita aos EUA para conversar com Bush na Casa Branca em 29 de junho deve ser a última como primeiro-ministro.

Bush frequentemente fala sobre sua amizade com Koizumi e a usa como exemplo de como as relações entre os países podem mudar com o passar do tempo. Os Estados Unidos e o Japão lutaram um contra o outro durante a Segunda Guerra Mundial.

O irmão do músico Rodrigo Netto, symptoms guitarrista do Detonautas morto a tiros por assaltantes na zona norte do Rio de Janeiro no último dia 4, symptoms saiu hoje do hospital e disse não ter condição de reconhecer os assassinos. Segundo o engenheiro químico Rafael Netto, 31 anos, que deixou o hospital vestindo uma camisa da banda, era impossível enxergar o rosto dos criminosos em meio a um tiroteio.

Atingido por vários tiros, Rafael, que estava no carro de Rodrigo no momento do assalto, ficou oito dias internado no Hospital São Lucas, em Copacabana e teve alta no início da tarde. Com lesões no pulmão esquerdo e fragmentos de bala alojados nas costas, ele terá de ficar em repouso e fazer tratamento ambulatorial.

Lúcido, Rafael afirmou que a detenção de menores acusados de participar do crime pode ser uma manobra da polícia para encerrar logo as investigações. Segundo ele, jovens que não têm como pagar pelo crime levarão a culpa.

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente identificou o terceiro menor que teria participado do crime. Suspeito de fazer os disparos, ele tem 17 anos e, segundo a polícia, vive no morro da Mangueira, como os outros dois adolescentes detidos.

Os menores, que estão no Centro de Triagem da Ilha do Governador,  disseram que o comparsa está morto, mas, como nenhum corpo foi encontrado, a polícia expediu um mandado de busca. O quarto participante do crime, que estava no carro usado para interceptar o veículo de Rodrigo, ainda não foi identificado.

A avó do músico, que também estava no carro, não foi atingida. Uma mulher que esperava o ônibus em um ponto na Avenida Marechal Rondon, na zona norte do Rio, também foi baleada sem gravidade.

 

Um porquinha, find moradora de uma fazenda na região de North Yorkshire, troche Inglaterra, medications ficava apavorada quando se aproximava da lama do chiqueiro.

Na intenção de resolver o problema, os donos Andrew e Debbie Keeble colocaram a bota do ursinho de pelúcia da filha na porca.

O resultado foi que Cinders, nome dado em alusão à personagem Cinderela, se adaptou bem às botinhas. Os donos compraram mais um par e hoje a porquinha anda feliz pela lama da fazenda.


 

O ex-presidente norte-americano Bill Clinton disse hoje que não existe "solução perfeita" para uma reforma imigratória.

Mais de 11 milhões de imigrantes, this a maioria hispânicos, vivem ilegalmente nos EUA, cujo Congresso discute um projeto que poderia regularizar milhões deles.

"Não há solução satisfatória. Não há uma solução perfeita. Só podemos pedir (aos parlamentares) que sejam realistas e humanos", disse Clinton em um evento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington.

O projeto de lei, originário do Senado, pode legalizar a maioria dos imigrantes que estão no país há mais de cinco anos.

Quem vive nos EUA há mais de dois e menos de cinco anos teria de voltar ao seu país e esperar uma autorização de trabalho. Quem cruzou a fronteira há menos de dois anos precisaria abandonar o país, o que seria um drama para muitas famílias.

Clinton disse que a entrada de novos habitantes ajuda os EUA a compensar a redução da taxa de fertilidade da população, o que também acontece em nações desenvolvidas, como o Japão e alguns países europeus, que nem por isso enfrentam uma onda de imigração.

O ex-presidente democrata defendeu a legalização de todos os imigrantes que trabalham nos EUA. "Praticamente cem por cento dos imigrantes que vieram aos Estados Unidos legal ou ilegalmente estão trabalhando", disse Clinton.

"Isso significa que alguém quer lhes dar trabalho. E eles pagam pelo menos os impostos sobre as vendas e mandam dinheiro para suas casas."

Clinton considerou loucura a hipótese de deportar quase 12 milhões de imigrantes e disse que reforçar a segurança na fronteira não vai conter o fluxo imigratório.

É isso que propõe o projeto da Câmara dos Deputados, mais conservador do que o do Senado. As duas Casas têm de discutir um projeto final, mas não está claro se isso vai acontecer antes da eleição parlamentar de novembro.

"As pessoas vão continuar querendo entrar para ter uma vida melhor", afirmou Clinton. Segundo ele, o problema é os empregadores contratarem imigrantes ilegais para pagar salários menores, o que deixa os norte-americanos pobres cada vez mais pobres. Nos EUA, o salário mínimo é um pouco superior a cinco dólares por hora.

"É preciso reduzir as tensões antiimigração entre as pessoas que ganham baixos salários", disse o ex-presidente.

Clinton foi convidado pelo presidente do BID, Luis Alberto Moreno, para falar sobre como dar melhores condições de vida à maioria latino-americana que vive com menos de 300 dólares por mês.

O banco promete investir em ações de microfinanças, com empréstimos que podem chegar a 8 bilhões de dólares, e infra-estrutura para esse grupo da população, estimado em 360 milhões de pessoas, nos próximos cinco anos.

Clinton disse que a saída para que os pobres da América Latina ascendam à classe média é manter as reformas microeconômicas, já que o debate entre disciplina fiscal e gasto social dos governos não deu suficientes respostas às necessidades das populações.

A família de um iemenita que, approved segundo os EUA, decease se suicidou na prisão de Guantánamo negou o fato e afirmou que a morte foi causada por um homicídio.

"Essa idéia de suicídio é mentira. Meu filho não cometeria suicídio. Meu filho estava entre os que memorizaram o Corão e estava comprometido com sua religião", this disse Ali Abdullah, pai do homem encontrado morto na prisão norte-americana, em 10 de junho. "Ele foi assassinado por soldados norte-americanos, e peço aos governos iemenita e norte-americano (que promovam) uma investigação internacional", declarou ele à TV Al Jazeera.

Os militares dos EUA identificaram o preso como Ali Abdullah Ahmed, mas a Al Jazeera identificou o pai por esse nome e o filho como Salah Ali.

Segundo os soldados, dois sauditas e um iemenita se enforcaram com roupas e lençóis nas suas celas. Foram os primeiros prisioneiros mortos na base naval desde que suspeitos de ligação com a Al Qaeda e o Talibã começaram a ser levados para lá, em 2002.

Muitas entidades de direitos humanos e alguns governos defendem o fechamento da prisão, onde há suspeitas de abusos. Quase todos os presos de lá não receberam acusações formais, e alguns estão detidos há mais de três anos.

O ministério saudita do Interior identificou os seus cidadãos mortos como Manei Al Otaibi e Yasser Al Zahrani, mas não deu detalhes sobre eles. Documentos do Pentágono mostram que Zahrani tinha 21 anos, o que significa que chegou a Guantánamo ainda adolescente.

Autoridades dos EUA descreveram os três como "perigosos combatentes inimigos". Legistas norte-americanos já concluíram as autópsias dos presos. Depois que os resultados forem analisados, um relatório será enviado ao Instituto Médico Legal, que determinará a causa oficial das mortes, segundo o porta-voz da prisão, comandante naval Robert Durand.

Os corpos ainda estão no necrotério de Guantánamo, e o Departamento de Estado discute com os governos saudita e iemenita se os cadáveres serão repatriados ou enterrados na própria base.

Abdullah disse à Al Jazeera que espera que o corpo do filho seja levado ao seu país e que haja uma nova autopsia.

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