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Mundo

Família de Jean Charles de Menezes perde batalha para acelerar investigação

Arquivo Geral

14/06/2007 0h00

O governador do Maranhão, patient sick Jackson Lago, disse hoje que é “uma vítima da imprensa que domina o estado há 40 anos”. Ele reafirmou que sua administração nunca fez qualquer tipo de contrato com a empresa Gautama, do empresário Zuleido Veras.

De acordo com Lago, o contrato para a construção de quatro pontes no Maranhão foi feito na administração da então governadora Roseana Sarney, atualmente líder do governo no Senado, e que ao tomar conhecimento das irregularidades, determinou a suspensão do contrato.

Jackson Lago é um dos investigados pela Operação Navalha que apura atos de corrupção ativa e passiva nos contratos da Gautama em obras públicas.

Ele participou hoje de ato público em apoio à reforma agrária durante o 5º Congresso Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Brasília.

A Morte. Por que tratar de um assunto tão polêmico? Que significados a morte traz para nossa sociedade? Nos círculos mais amplos da sociedade a morte é ignorada, abortion desde conversas informais até o afastamento e isolamento daqueles que dela se aproximam.

Nossa sociedade procura na tecnologia formas de adiar a morte ao máximo, reduzindo o ser humano, muitas vezes, a uma criatura híbrida homem-máquina cuja personalidade e conceito, sob a ótica fenomenológica, já deixou de existir.

A morte é nossa única certeza e talvez por isto buscamos esquecê-la. Quando ela está próxima, nos apropriamos de rituais e comportamentos que nos livrem o mais rápido possível de suas conseqüências, sendo muitas vezes o ponto alto de nossos medos, angústias e dúvidas.

Há que se considerar, contudo, que a morte precisa ser discutida e compreendida, seus efeitos considerados tanto em sentido pessoal como em sociedade. Neste sentido, o 1º Congresso Brasileiro em Morte e Morrer busca unificar esforços de pessoas e instituições que atuam de forma ética e profissional neste campo tão amplo, mas pouco explorado ou conhecido da sociedade.

Ao questionarmos a morte e o morrer, inevitavelmente nos remetemos à vida, pois são assuntos complementares e não contrários. Ao trazermos à tona um assunto tão “proibido” esperamos uma mudança nos parâmetros de comportamento individuais e da sociedade.

Ao discutir de forma ampla a finitude do homem em toda sua extensão, desde aquele que está a morrer, até aqueles que ficam e também da equipe de saúde que acompanha este processo, esperamos fazer da morte não mais um inimigo a ser combatido, mas o fechamento de um ciclo.

Serviço

Para debater estas questões, o Instituto Agilità de Psicologia promoverá o 1º Congresso Brasileiro em Morte e Morrer, sob a responsabilidade técnica do psicólogo Cedric Tempel Nakasu (CRP 01/9970), Coordenador do NESPEMM (Núcleo de Estudos, Pesquisa e Ensino em Morte e Morrer do Instituto Agilità) nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2007, no auditório do SENAC, Brasília, Distrito Federal.


A Justiça liberou até agora 44 acusados na Operação Xeque-Mate e manteve detidas, sales com prisão preventiva, visit this site outras 23 pessoas investigadas. A ação da Polícia Federal tinha 85 mandados de prisão, outros cinco acusados ainda estão foragidos. Os liberados estavam entre os 67 que cumpriam prisão temporária desde o início da ação. A decisão sobre a liberação ou não dos presos da Operação Xeque-Mate está nas mãos da 2ª Vara Criminal Federal de Três Lagoas (MS) e da 5ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso do Sul.

Com a Operação Xeque-Mate, a Polícia Federal tenta desmontar diversos esquemas de tráfico de drogas, corrupção e jogos ilegais. A operação investiga o contrabando de componentes eletrônicos para a utilização em máquinas caça-níqueis e tráfico de drogas. Os detidos são acusados de praticarem crimes como corrupção, falsidade ideológica, formação de quadrilha, tráfico de influência e exploração de prestígio.

As últimas prisões preventivas foram decretadas pelo o juiz da 2ª Vara Criminal Federal de Três Lagoas (MS), Albino Coimbra Neto, na noite de ontem (13). Foram 17 prisões nesta decisão, além de dois casos que dispensavam novas determinações, pois já tinham prisão cautelar determinada – Leandro Cezar dos Santos (que não consta da lista dos que já foram presos pela Polícia Federal) e Ivanildo Santos da Silva (está preso).

Na terça-feira (12), a 5ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso do Sul tinha determinado a prisão preventiva de nove investigados, entre eles, dois foragidos: Gandi Jamil e Raimundo Romano. Entre os liberados ontem (13), estão Dario Morelli, compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os familiares de Nilton Cezar Servo, acusado pela PF de ser o chefe do esquema.

» Confira a lista dos acusados com prisão preventiva decretada:

Adolfo Stranghetti Alves Nogueira Junior
Ana Paula Gatti Vital
Antônio Aparecido Ferreira
Aparecido Saraiva da Rocha
Carlos Antônio Mantovanni
Dirceu Garcia de Oliveira
Durval Quijadas Aro Junior
Edson Ivase
Iracemo Teodoro Alves Neto
José Lopes da Silva Junior
José Miguel Celestino
Márcio Cesar de Almeida Dutra
Rubens Baptista Filho
Wender Souza da Rocha
Wladimir Stranghetti Alves Nogueira
Nilton Cezar Servo
Ari Portugal
Hércules Mandetta Neto
Marmo Marcelino Vieira de Arruda
Sérgio Roberto Carvalho
Edmo Medida Marquette
José Eduardo Abdulahad
Ivanildo Santos da Silva
Leandro Cezar dos Santos (foragido)
Auricélio José de Souza (foragido)
Marco Alessandro Fuza Bertolo (foragido)
Gandi Jamil (foragido)
Raimundo Romano (foragido)
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabeleceu normas para o transporte de passageiros com necessidades especiais a serem seguidas pelas companhias aéreas e pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). A resolução foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União.

Segundo a Anac, no rx os passageiros deverão ter a assistência especial necessária durante todo o trajeto e informações de forma acessível desde o momento da reserva, dosage mas especialmente a partir da chegada ao aeroporto até a saída da área pública do aeroporto de destino.

A Infraero e as empresas aéreas deverão criar programas de treinamento para os funcionários de terra e de bordo. Os aeroportos deverão ter balcões de atendimento adaptados com móveis compatíveis à altura e à condição física de pessoas em cadeiras de rodas.

As informações devem ser fornecidas em braile para os portadores de deficiência visual e na língua brasileira de sinas (Libras) em caso de deficiência auditiva. Essas medidas devem ser implementadas até dezembro deste ano. O prazo vale também para que a Infraero disponibilize, nas áreas comuns dos aeroportos, telefones adaptados a deficientes auditivos, e as companhias façam o mesmo nas centrais de atendimento.

Num prazo mais curto – quatro meses, a partir de hoje –, as empresas terão de disponibilizar cartão de informações de emergência em braile.

As companhias aéreas deverão também oferecer veículos equipados com elevadores ou outros dispositivos apropriados para efetuar, com segurança, o embarque e desembarque nos aeroportos sem pontes de embarque, ou quando o avião estacionar em área distante.

O embarque deverá ser realizado prioritariamente e o desembarque, logo após o dos demais passageiros. “O pessoal de bordo comandará o processo de desembarque, o qual deverá ser acompanhado por funcionários das empresas aéreas ou operadores de aeronave, ou por elas contratados, devidamente treinados”, determina a resolução.

Caberá às seções de aviação civil e às administrações aeroportuárias fiscalizar o cumprimento das medidas. A resolução da Anac é a número 9, de 5 de junho deste ano.
A inflação sob controle e o cenário de estabilidade da economia contribuem para a continuidade do processo de redução gradativa da percepção de riscos e, symptoms com isso, viagra 100mg criam espaço para “juros reais menores no futuro”. É o que diz a ata da reunião realizada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na semana passada, em que se reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 12,50% para 12% ao ano.

O documento, divulgado hoje pelo Banco Central, ressalta a contribuição do setor externo para a consolidação de um “cenário benigno” para a inflação, em contraponto com o crescimento do ritmo de expansão da demanda doméstica, que pode afetar a dinâmica inflacionária de médio prazo.

Os integrantes do Copom destacam que a contribuição do mercado externo amplia espaço para que “as taxas de crescimento da demanda agregada e da oferta doméstica se equilibrem”, de modo a não comprometer a convergência para a trajetória de metas da inflação, centrada em 4,5%. Como todas as projeções indicam inflação bem abaixo disso, cinco dos sete diretores  optaram por aumentar a calibragem das reduções anteriores, de 0,25 para 0,5 ponto percentual. Apenas dois mantiveram  posição mais conservadora.

A ata reafirma o diagnóstico das reuniões anteriores de que, “além de conter as pressões inflacionárias de curto prazo, a política monetária tem contribuído para a consolidação de um ambiente macroeconômico favorável em horizontes mais longos”. Portanto, “as perspectivas para a trajetória de inflação permanecem benignas”.

O Copom não vê sinais de pressões inflacionárias a curto prazo, embora admita que o aquecimento da demanda interna “pode ensejar aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para preços ao consumidor”. Por isso, o Banco Central promete manter-se “especialmente vigilante” para evitar que incertezas de curto prazo se propaguem para horizontes mais longos.

Isso será analisado na próxima reunião do Copom, marcada para os dias 17 e 18 de julho. Desde já, os analistas de mercado, consultados pela pesquisa Focus do BC, apostam na continuidade de condições favoráveis para a economia e defendem que o Copom repita a dose de meio ponto na redução da Selic.
Os assaltantes que invadiram uma casa na Rua Francisco Vivona Júnior, site no Jardim Eulina, generic em Campinas (95 km de São Paulo), viagra sale às 6h50 de hoje libertaram por volta das 13h15 as duas mulheres que eram mantidas reféns.

Os criminosos renderam o aposentado José Teixeira, 65 anos, quando ele saía de casa e invadiram a residência. Um vizinho da família viu a ação e chamou a Polícia Militar, que cercou a casa.

Pelo menos um dos integrantes do bando conseguiu fugir em um Gol prata, de acordo com a polícia. Outros dois continuaram na casa e fizeram três reféns – José Teixeira, a mulher dele, de 63 anos, e a filha do casal, de 27 anos. As vítimas foram levadas para o quarto dos fundos da residência.

O aposentado, que tem problemas cardíacos, foi libertado por volta das 8h45 em troca de uma televisão 14 polegadas. A presença da imprensa era uma das exigências para libertar os reféns, pois os criminosos queriam acompanhar por meio dos telejornais a movimentação em frente à casa.

Os bandidos haviam marcado para as 11h o horário para libertar as vítimas, o que não foi cumprido. Eles exigiram a presença de um advogado e, por volta das 12h, o criminalista José Euzébio Cabral e um policial militar entraram na casa para negociar a libertação das duas mulheres. Os assaltantes aceitaram se render e libertar as mulheres no início da tarde de hoje. De acordo com a polícia, as duas passam bem.

O aposentado chegou a ser atendido por médicos e também passa bem. Durante a conversa com os policiais, os assaltantes chegaram a dizer que entraram na casa errada. O alvo seria uma outra residência, no mesmo bairro.
A família do brasileiro Jean Charles de Menezes, pill morto a tiros em Londres, pharmacy em 2005, buy more about por policiais que o confundiram com um terrorista suicida, perdeu hoje a batalha legal para acelerar o início da investigação judicial sobre sua morte.

A família tinha apresentado um recurso de apelação contra a decisão do juiz de instrução do Tribunal de Southwark (sul de Londres), John Sampson, de adiar a investigação judicial até o fim do processo aberto contra a Polícia Metropolitana de Londres (Scotland Yard).

A Promotoria do Estado britânico acusou a Polícia de violar a Lei de Saúde e Segurança no Trabalho (1974) por descumprir o dever de proteger a vítima, mas decidiu não processar nenhum agente por falta de provas.

No entanto, dois juízes do Tribunal Superior de Londres determinaram hoje que Sampson atuou dentro de seus poderes, após uma solicitação da Promotoria com o argumento de que a investigação da morte de Jean Charles poderia prejudicar o julgamento contra a Polícia.

O Tribunal Superior admitiu, no entanto, que deve ser realizada uma investigação judicial sobre a morte do brasileiro, além das conclusões da Polícia.

O advogado que representa a família, Michael Mansfield, disse que o artigo 2 do Convênio Europeu de Direitos Humanos protege o direito dos parentes de Jean Charles a uma investigação completa sobre sua morte.

A tentativa de acelerar o início da investigação judicial, respaldado pela organização pró-direitos humanos Anistia Internacional (AI), esteve a cargo de Alessandro Pereira, primo da vítima.

“Por que, dois anos após uma morte de tanta relevância por parte da Polícia, não foi realizada nenhuma investigação pública?”, questionou um porta-voz da família.

“A decisão de hoje leva mais estresse a uma família que já esperou dois anos para uma simples resposta em uma investigação judicial”, acrescentou.

Jean Charles, que tinha 27 anos e trabalhava como eletricista, morreu ao receber oito tiros (sete na cabeça e um no ombro) de agentes da brigada antiterrorista da Scotland Yard em 22 de julho de 2005 na estação de metrô de Stockwell (sul de Londres).

Os policiais confundiram Jean Charles com um dos terroristas que realizaram os atentados fracassados da véspera contra três estações de metrô e um ônibus urbano da capital.

Estes ataques foram uma cópia dos cometidos em 7 de julho de 2005 contra a rede de transporte de Londres, que deixaram 56 mortos – incluindo os quatro terroristas suicidas – e cerca de 700 feridos.

Em dezembro, a Justiça britânica rejeitou o pedido da família de Jean Charles que pedia a revisão da decisão da Promotoria de não processar nenhum agente.

No entanto, o Tribunal Superior de Londres abriu em 19 de janeiro o caminho para que a família do brasileiro possa recorrer aos juízes da Câmara dos Lordes, máxima instância judicial do Reino Unido.

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