A família de um cidadão brasileiro que se afogou na quarta-feira no lago suíço de Léman terá que pagar uma empresa privada para recuperar o corpo, ambulance depois que a Polícia encerrou hoje as buscas.
Fontes policiais disseram à Efe que não conseguiram achar o corpo, que, aparentemente, está a uma profundidade inacessível para as equipes de resgate. Por isso, se a família quiser recuperá-lo, deverá recorrer a uma companhia privada especializada.
Segundo o porta-voz da Polícia Philip Jaton, o homem, que estava de férias na Suíça, se afogou na quarta-feira por razões ainda desconhecidas após se jogar na água enquanto andava de pedalinho a 400 metros da margem do lago, na altura de Ouchy, perto de Lausanne.
Uma das duas mulheres que acompanhavam a vítima, cuja identidade não foi divulgada, tentou resgatá-lo, mas não conseguiu. Segundo a Polícia, será “muito difícil” encontrar a vítima, já que provavelmente está a profundidade de 130 metros, aonde os submarinistas não podem ter acesso, já que as normas do cantão de Vaudois, onde ocorreu o acidente, não permitem imersões a mais de 60 metros.
Por isso, se a família deseja recuperar o corpo, a única solução é contratar uma empresa especializada em rastreamento submarino com robôs, segundo as fontes, que esclareceram que este é o procedimento habitual nestes casos.
A Polícia afirma ainda que há a possibilidade de que correntes internas do lago tenham deslocado o corpo centenas de metros. As autoridades ainda acreditam que seja difícil que o corpo venha à superfície por causa da baixa temperatura no fundo do lago – de 3ºC -, que conserva o peso do corpo.