Nas nações em desenvolvimento, a OMC prevê uma queda entre 2% e 3%, mas com o agravante de que este setor tem uma incidência maior em seu crescimento global, acrescenta um estudo da instituição divulgado hoje.
Na China, por exemplo, as exportações caíram 26% em fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano passado, e 28% na comparação com janeiro.
No relatório, que avalia o impacto da crise econômica e financeira no comércio internacional e as medidas adotadas pelos Governos neste contexto, a OMC sustenta que embora o setor comece a dar “sinais de recuperação em fevereiro e março, as perspectivas para o conjunto de 2009 seguem sendo sombrias”.
Ele explica que a força da queda indica que, para que retornar ao nível anterior à crise, seria preciso um crescimento “significativamente superior à média”.
No entanto, a fragilidade da demanda nos países desenvolvidos provavelmente impedirá uma recuperação sólida, reconhece a organização.
Para os especialistas da OMC, o principal risco é de que nestas circunstâncias os Governos “continuem cedendo às pressões protecionistas”.
“Isto agravará a contração do comércio mundial e diminuirá a confiança em uma recuperação adiantada e sustentada”, afirmam.
Um risco adicional é de que medidas “temporárias” destinadas a proteger o emprego e o lucro empresarial “criem um leque de regras permanentes que inibam a competição”.
Caso isto ocorra, as chamadas “pressões protecionistas” serão mantidas, inclusive depois da recuperação da atividade econômica, prevê o relatório. EFE
Exportações de mercadorias cairão 9% em 2009, diz OMC
Nas nações em desenvolvimento, a OMC prevê uma queda entre 2% e 3%, mas com o agravante de que este setor tem uma incidência maior em seu crescimento global, acrescenta um estudo da instituição divulgado hoje.
Na China, por exemplo, as exportações caíram 26% em fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano passado, e 28% na comparação com janeiro.
No relatório, que avalia o impacto da crise econômica e financeira no comércio internacional e as medidas adotadas pelos Governos neste contexto, a OMC sustenta que embora o setor comece a dar “sinais de recuperação em fevereiro e março, as perspectivas para o conjunto de 2009 seguem sendo sombrias”.
Ele explica que a força da queda indica que, para que retornar ao nível anterior à crise, seria preciso um crescimento “significativamente superior à média”.
No entanto, a fragilidade da demanda nos países desenvolvidos provavelmente impedirá uma recuperação sólida, reconhece a organização.
Para os especialistas da OMC, o principal risco é de que nestas circunstâncias os Governos “continuem cedendo às pressões protecionistas”.
“Isto agravará a contração do comércio mundial e diminuirá a confiança em uma recuperação adiantada e sustentada”, afirmam.
Um risco adicional é de que medidas “temporárias” destinadas a proteger o emprego e o lucro empresarial “criem um leque de regras permanentes que inibam a competição”.
Caso isto ocorra, as chamadas “pressões protecionistas” serão mantidas, inclusive depois da recuperação da atividade econômica, prevê o relatório.