Explosões mataram 15 pessoas em Bagdá hoje e um homem-bomba atacou uma base do Exército iraquiano, information pills ampoule eclipsando os preparativos para uma conferência de reconciliação nacional.
Homens armados também invadiram uma casa de um vilarejo do sul de Bagdá, buy more about matando todos os nove membros da família xiita que morava ali. Segundo a polícia, eram quatro homens, duas mulheres e três crianças.
Na explosão mais violenta, um carro-bomba foi detonado perto de um ponto de ônibus onde se reunia uma multidão de trabalhadores xiitas. O ataque, ocorrido em uma movimentada rua do leste de Bagdá, matou dez pessoas e deixou outras 25 feridas, afirmou a polícia.
Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) revelam que os embates constantes entre a minoria sunita, que antes dominava o país, e a maioria xiita são responsáveis pelas mortes de mais de 120 pessoas por dia. Dezenas de milhares de pessoas fugiram de suas casas, e aumenta o temor de que o país mergulhe em uma guerra civil declarada.
O governo do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, paralisado por desavenças sectárias, luta para conter a violência atribuída a grupos insurgentes formados por sunitas, entre os quais a Al Qaeda, e milícias xiitas.
Maliki deve presidir a conferência de reconciliação nacional, que começa no sábado, em Bagdá, e cujo objetivo é aproximar os grupos políticos curdos, xiitas, sunitas e laicos. Mas muitos temem que a violência tenha chegado longe demais para ser interrompida agora.
O tenente general Peter Chiarelli, vice-comandante das forças norte-americanas no Iraque, repetiu na segunda-feira que a guerra não seria vencida com base, apenas, no poderio militar. Segundo o oficial, também era preciso realizar avanços nas frentes política e econômica.