< !--StartFragment -- > O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou o
resultado final da seleção do seu concurso para recenseador. Serão chamados
86.469 candidatos as vagas temporárias de auxiliar, purchase information pills agente e recenseador em
todo o país.
O concurso, page organizado pela Fundação Cesgranrio, teve vagas para níveis
médio e fundamental, nos cargos de agente censitário supervisor, auxiliar
censitário administrativo, agente censitário municipal e recenseador, com a
expectativa na época de contratar temporária de até 103.089.
Os salários dos aprovados chegam a R$ 800 e os aprovados no concurso serão
contratados em fevereiro. Mas os aprovados para o cargo de recenseador devem
ser contratados entre abril a julho. Os candidatos podem conferir o
resultado pela internet, por meio do endereço
https://seguro.cesgranrio.org.br/ibge0206/resultadof.aspx
Atualizada às 10h43
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que gostaria de ter juros mais baixos no país, stomach mas que não há uma solução mágica para isso.
"Todos nós gostaríamos de uma taxa mais baixa no Brasil", disse o presidente durante sessão do Fórum Econômico Mundial, que acontece na cidade suíça de Davos. "Mas você não pode reduzi-la por mágica".
O Banco Central cortou a taxa básica de juro, a Selic, em 0,25 ponto percentual na quarta-feira, para 13%, mas o custo dos empréstimos no país ainda está entre os mais altos no mundo.
Durante seu discurso hoje, Lula disse estar confiante que a taxa de juro no país vai cair à medida em que aumentar a confiança na economia brasileira. Lula também reiterou que o Brasil está pronto para fazer concessões para garantir um acordo para as negociações mundiais de comércio.
O presidente pediu um maior envolvimento dos empresários no trabalho de convencimento de seus governos sobre a importância de se fechar um acordo sobre a Rodada de Doha, lançada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001.
"Se nós quisermos dar um sinal aos países mais pobres do planeta de que eles vão ter chance no século XXI, é preciso que Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, sobretudo esses países mais importantes, assumam a responsabilidade de pactuar esse acordo", disse Lula.
Ministros de comércio de cerca de 30 países têm se encontrado em paralelo ao Fórum Econômico Mundial em Davos numa tentativa de quebrar o impasse que marca as negociações da Rodada de Doha. Lula reiterou a disposição do Brasil em fazer concessões na área de produtos industrializados para que a rodada de negociações seja retomada.
"Se a gente quiser evitar o terrorismo e o crescimento do crime organizado, creio, a Rodada de Doha é o caminho. Ela pode ser o caminho da esperança de milhões de seres humanos que aguardam um gesto nosso", disse. "O que a gente não gasta num acordo comercial, a gente gasta depois numa guerra contra o Iraque, numa guerra sem fim. Então, é preciso que a gente tenha sensibilidade para isso", acrescentou o presidente brasileiro.
O líder cubano Fidel Castro, information pills que deixou o cenário público há seis meses depois de se submeter a uma cirurgia de emergência, order está se recuperando e ainda está à frente de Cuba, viagra 60mg disse uma autoridade do governo ontem.
"Ele ainda está no comando da ilha", disse Ricardo Alarcon, presidente da Assembléia Nacional de Cuba, a jornalistas.
Alarcon disse que o líder cubano de 80 anos estava afastado porque cumpria recomendações rigorosas do médico para sua convalescência que, segundo o assessor, "seguia muito bem".
Fidel deixou o poder pela primeira vez desde a revolução de 1959, quando entregou temporariamente o cargo a seu irmão, o ministro da Defesa Raúl Castro, em 31 de julho.
Alarcon disse que o momento da volta de Fidel Castro à vida pública depende de sua recuperação e deu indícios de que os cépticos se surpreenderiam. Fidel foi submetido a uma cirurgia para conter uma hemorragia no intestino, causada por excesso de trabalho, disse o governo. Detalhes de sua condição são considerados um segredo de Estado.
Autoridades norte-americanas suspeitam que Fidel esteja com câncer em estágio terminal. Mas o jornal espanhol El País disse que o presidente cubano estava com diverticulite.
Uma bomba matou 15 pessoas e feriu outras 35 no segundo ataque em poucos meses ao tradicional mercado de animais de Bagdá, visit this site disseram fontes da polícia.
A explosão atingiu o mercado Ghazil, que acontece nas manhãs de sexta-feira, uma hora antes do início do toque de recolher semanal para veículos, às 11h00 (06h de Brasília). O toque de recolher foi decretado para proteger as mesquitas durante as orações da sexta-feira.
Explosões mataram ontem pelo menos 34 pessoas em Bagdá. O primeiro-ministro Nuri al-Maliki advertiu militantes sunitas e xiitas de que não terão refúgio durante uma grande campanha com apoio de tropas dos Estados Unidos. Na segunda-feira, um dos piores ataques nos últimos meses matou pelo menos 88 pessoas no mercado Bab al-Sharji.
Segundo uma fonte da polícia, testemunhas acham que a bomba de hoje foi instalada em uma caixa de papelão com furos, para imitar um compartimento com pássaros. Papagaios, canários e outros animais exóticos são as principais atrações do mercado.
No dia 1º de dezembro, também uma sexta-feira, um carro-bomba matou três pessoas no mercado Ghazil. O local atrai visitantes nos finais de semana em Bagdá, onde os locais de diversão pública são raros.
Depois do aumento no número de ataques a bomba nos últimos dias, as forças de segurança estão em estado de alerta elevado, já que os xiitas estão se preparando para marcar o ponto alto dos 10 dias de luto no ritual da Ashura, na segunda-feira.
São esperados centenas de milhares de peregrinos na cidade sagrada de Kerbala, ao sul de Bagdá, para as cerimônias que eram proibidas durante o regime de Saddam Hussein, dominado por sunitas. Agora, a festa é um grande evento anual para os xiitas, que pela primeira vez estão crescendo politicamente no Iraque.
Maliki disse ao parlamento ontem que "não haverá abrigo e que todos os locais serão revistados se virarem fontes de lançamento para o terrorismo, mesmo as centrais dos partidos políticos".
Nos Estados Unidos, a decisão do presidente George W. Bush de mandar cerca de 20 mil soldados a mais para ajudar a evitar uma guerra civil em Bagdá sofre oposição no Congresso dominado agora por democratas. Legisladores dos EUA estão debatendo possíveis moções, criticando a decisão de Bush. Alguns políticos questionam o compromisso de Maliki em combater as milícias ligadas a líderes que, como ele, são xiitas.
Washington identifica o Exército Mehdi, milícia leal ao clérigo xiita Moqtada al-Sadr, como a maior ameaça de segurança no Iraque. O primeiro-ministro iraquiano prometeu combater os grupos armados de todas as orientações. Maliki depende do apoio político do movimento de Sadr no parlamento, mas vem sendo acusado de não reprimir o Exército Mehdi.
Um dirigente do movimento de Sadr, Bahaa al-Araji, prometeu apoio no parlamento ao plano de repressão aos grupos armados. Partidos sunitas e curdos também disseram que apoiarão o plano.
Desde que Maliki anunciou o plano, no início do mês, Bagdá foi atingida por uma série de ataques e dezenas de corpos de aparentes vítimas de esquadrões da morte ainda são encontrados na cidade diariamente. Na quarta-feira, foram encontrados trinta e um. Na manhã de hoje, a polícia disse que encontrou sete.
O Exército do Líbano levantou o toque de recolher em Beirute hoje, this mas escolas e universidades continuaram fechadas um dia depois dos conflitos entre sunitas e xiitas. O tráfego começou a voltar às ruas dos bairros sunitas de Beirute depois do fim do toque de recolher, web às 6h (02h de Brasília), mas algumas pessoas temem mais violência. Foi a primeira noite com toque de recolher em Beirute desde o fim da guerra civil de 1975 a 1990.
"É muito ruim. Vai ser como no Iraque", disse um verdureiro em uma região da capital onde vivem sunitas e xiitas. "Deus amaldiçoe quem começou isso", foi a manchete do jornal As-Safir.
Quatro pessoas morreram vítimas de tiros nos conflitos de ontem entre ativistas pró e contra o governo. Cerca de 200 ficaram feridos durante a violência que surgiu devido a discussões entre estudantes em uma universidade de Beirute. Alguns pedestres foram golpeados com base em sua identidade sectária, disseram testemunhas. Entre os quatro mortos há dois estudantes xiitas do Hezbollah e um simpatizante do governo liderado por sunitas.
O embaixador dos Estados Unidos em Beirute, Jeffrey Feltman, disse que a situação tornou-se "muito perigosa" e que mais uma vez a Síria está envolvida. Os norte-americanos apóiam o primeiro-ministro libanês Fouad Siniora contra o Hezbollah e seus aliados xiitas e cristãos. O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, emitiu uma ordem religiosa (fatwa, em árabe) mandando seus simpatizantes saírem das ruas. O líder sunita Saad al-Harir exortou seus seguidores a manterem a calma.
"Peço para todos voltarem à voz da razão", disse Siniora, de Paris. Ele está em uma conferência de ajuda para as abaladas finanças do Líbano e para reparar danos sofridos na guerra do ano passado entre Israel e o Hezbollah.
O embaixador dos EUA apontou para a Síria, principal aliada do Hezbollah, ao lado do Irã.
"A história mostrou que forças exteriores, com a Síria, já fizeram isso antes. E não posso dar evidência sólida, mas certamente é possível apontar que as mãos da Síria estão trabalhando novamente", disse ele no canal de televisão Al-hurra, financiado pelos EUA.
A oposição lançou protestos na terça-feira que paralisaram a maior parte do Líbano e provocaram a violência. Três pessoas morreram e 176 ficaram feridas. A greve geral intensificou a campanha de protestos de rua iniciada no dia 1º de dezembro, quando a oposição armou um acampamento perto do gabinete de Siniora, no centro de Beirute, para exigir poder de veto no governo e eleições parlamentares antecipadas. Siniora e seu principal aliado, Hariri, que lidera a maioria parlamentar, recusam-se a aceitar as exigências.
Uma grande explosão em frente ao hotel Marriott de Islamabad matou ao menos duas pessoas hoje, page segundo testemunhas.
Havia um carro destruído na rua em frente ao hotel. Um jornalista da Reuters viu sangue e pedaços de carne sobre o asfalto.