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Exército de Israel inicia ofensiva na Faixa de Gaza

Por Arquivo Geral 28/06/2006 12h00

O francês Jean Xavier Blanc, seek more about 42 anos, and medical foi baleado ontem à noite em um restaurante durante assalto no Brooklin, view ambulance zona sul de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, os ladrões roubaram um laptop.

O homem foi perseguido por dois ladrões e tentou se abrigar dentro de um restaurante na rua Gomes de Carvalho.. A dupla invadiu o local e pegou sua bolsa. Ele então reagiu e correu atrás dos assaltantes, que lhe deram um tiro no peito. Os dois homens fugiram de bicicleta.

Segundo a PM, ele foi socorrido e passou por cirurgia de drenagem do tórax e remoção da bala. Não há previsão de alta.
Tanques israelenses, healing cobertos por helicópteros, information pills adentraram a Faixa de Gaza na quarta-feira (noite de terça-feira no Brasil) depois de ameaças de uma grande ofensiva para tentar resgatar um soldado capturado por militantes palestinos.

Ao som de artilharia pesada, veículos de combate entraram perto da cidade de Rafah, menos de um ano depois de Israel retirar milhares de soldados e colonos do território ocupado por 38 anos.

Um líder do Hamas, grupo militante responsável pelo gabinete de governo da Autoridade Palestina, chamou combatentes a lutar contra os israelenses. "Lutem contra os seus inimigos, que vieram para morrer. Peguem seus rifles e resistam", falou Nizar Rayan, em mensagem a uma emissora de rádio.

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O Exército informou que aviões destruíram duas pontes na Faixa de Gaza para impedir o deslocamento do refém. Um helicóptero atacou uma usina elétrica no centro da região, deixando grande parte do território às escuras. Na extremidade da faixa, soldados entraram em tanques e blindados e ligaram os motores.

"O tempo esgota-se rapidamente", alertou o ministro israelense da Defesa, Amir Peretz, em discurso na noite de terça-feira.

Israel ameaça atacar Gaza para resgatar o cabo Gilad Shalit, seqüestrado no domingo, na região de fronteira por militantes de três facções palestinas, entre elas o braço armado do grupo governista Hamas.

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"Estamos tentando deixar claro que tomaremos os passos necessários para garantir o retorno seguro dele (Shalit)", afirmou o capitão israelense Jacob Dallal. "Muito ainda depende dos palestinos".

O incidente cria o pior momento nas relações entre israelenses e palestinos desde que o Estado judeu desocupou a Faixa de Gaza, em setembro de 2005. É um teste importante para o primeiro-ministro, Ehud Olmert, eleito em março com a proposta de desocupar também a maior parte da Cisjordânia.

Para evitar algo mais grave, o Egito tenta mediar a libertação de Shalit. A França faz o mesmo, já que o cabo, de 19 anos, também tem cidadania francesa. Mas os mediadores parecem prestes a desistir. "Em poucas horas saberemos que não há esperança", disse um deles à Reuters, sob a condição de anonimato.

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Pouco se sabe sobre o destino do soldado. O Hamas prometeu detalhes caso Israel liberte menores e mulheres, uma troca de prisioneiros que foi descartada por Olmert.
A imprensa israelense especula que Shalit pode ter sido retirado de Gaza.

Grupos militantes disseram que a ação de domingo foi uma reação à morte de 14 civis palestinos em um bombardeio israelense em Gaza. O Hamas cancelou neste mês uma trégua que respeitava desde o começo de 2005. Entre setembro de 2000 e o início do cessar-fogo, o grupo cometeu quase 60 atentados suicidas.






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