As forças de Israel que lançaram um ataque aéreo contra um carro da Reuters na Faixa de Gaza não conseguiram ver as marcações que indicavam que se tratava de um automóvel da imprensa, cialis 40mg diagnosis porque estava escuro, viagra 40mg disse o Exército nesta sexta-feira.
O Exército israelense admitiu ter disparado contra o carro no dia 26 de agosto, mas disse ter feito isso porque o veículo blindado estava comportando-se de maneira suspeita e parecia dirigir-se contra soldados que investigavam possíveis túneis e explosivos. Um cinegrafista da Reuters e um jornalista que trabalhava para um grupo de mídia local foram feridos no incidente. Ambos são palestinos.
Uma cobertura aérea de imagens, feita na época, fez parte do inquérito sobre o incidente, que o Exército diz que pretende concluir nos próximos dias. O automóvel estava com identificações de veículo de imprensa em todos os lados, incluindo o teto.
"Há algumas fotos aéreas mostrando que eles (o Exército) não podiam ver quaisquer sinais no veículo propriamente dito", afirmou à Reuters a porta-voz do Exército major Avital Leibowitz, explicando que isso se deu porque o fato aconteceu durante a noite.
Segundo ela, o carro foi considerado suspeito porque o motorista havia parado diversas vezes para falar com palestinos na rua. O Exército disse que lamentava que jornalistas tivessem se ferido.