Os técnicos da Alpina Briggs, prostate visit this empresa que está fazendo a limpeza da mancha de óleo que atingiu o Lago Paranoá na quinta-feira, rx estão aguardando a autorização dos órgãos ambientais para retirar a vegetação que fica na margem do lago, dentro da área atingida pelo composto químico CM30, formado por uma mistura de piche e querosene. Essa é a próxima etapa da operação para evitar uma contaminação maior das águas.
A autorização só depende de a Superintendência do Ibama no DF e a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) decidirem a quem cabe essa decisão.
Segundo os técnicos da empresa, que presta serviços de remoção de óleo para a Petrobras, a vegetação da margem dificulta a chegada das lanchas e a retirada do composto que se acumulou embaixo das plantas. Além do óleo grudado, há muito lixo, como garrafas e sacolas plásticas, papéis, calçados, preservativos.
De acordo com os responsáveis pela limpeza, a retirada da vegetação vai impedir que o óleo grudado ali e o próprio lixo se espalhem novamente e prejudiquem todo o trabalho feito até agora.
Na segunda-feira, o Ibama e a Semarh vão se reunir para analisar os impactos da contaminação do Lago Paranoá. O encontro deve pôr fim ao impasse sobre a licença ambiental para a construção da unidade do Carrefour no final da Asa Norte, de onde vazou o composto.
Na reunião também deve ser definida a multa a ser aplicada à Orca Construtora, responsável pela obra do hipermercado. O valor pode variar entre R$ 1,5 mil e R$ 50 milhões, de acordo com a Lei de Crimes Ambientais.
Hoje, os poucos funcionários que estavam no canteiro de obras cobriram a parte asfaltada, onde foi usado o CM30 para impermeabilizá-la. A medida foi necessária para evitar que outra chuva carregue novamente o produto pela boca-de-lobo e provoque nova contaminação.
Conhecido por desafiar o perigo, ask o encantador de serpentes Ali Khan Samsudin desta vez se deu mal. Chamado de “Rei das Cobras” da Malásia, Ali, de 48 anos, morreu ontem depois de ser picado por uma delas durante uma apresentação na capital malaia, Kuala Lumpur.
O acidente ocorreu na terça-feira. Depois de ser mordido por uma cobra de seis metros de comprimento, Ali passou três dias internado, mas não resistiu. A espécie que o picou, Ophiophagus hannah, conhecida como cobra-rei, é capaz de produzir veneno suficiente para matar um elefante com uma única mordida.
O título de “Rei das Cobras” veio no começo dos anos 90, quando ele passou 12 horas por dia durante 40 dias em um quarto com 400 cobras. Em 1997, ele também se tornou “Rei dos Escorpiões”, ao se fechar numa caixa com 6 mil escorpiões por três semanas.
Picado 99 vezes em toda a vida, Ali tinha sido atacado por cobras-rei outras três vezes, mas tinha conseguido sair bem. Com duas esposas e cinco filhos, o encantador deve ser sucedido por uma “afilhada” conhecida como “Rainha dos Escorpiões”, que foi treinada por ele.
Exames iniciais em um contato italiano do ex-espião russo Alexander Litvinenko não mostram sinais de contaminação radioativa, side effects disse hoje um hospital britânico.
Mario Scaramella foi in ternado no hospital em Londres após ter sido detectado em seu corpo o polônio 210, a mesma substância radioativa que matou Litvinenko.
O mistério sobre a morte do espião russo espalhou pânico depois que autoridades britânicas disseram nesta semana que traços de radiação haviam sido encontrados em 12 locais e em aviões que transportaram 33 mil passageiros no mês passado, alguns voando entre Londres e Moscou. O assunto também afetou as relações entre Rússia e Grã-Bretanha.
"Ele está bem. Testes preliminares até agora não mostram evidência de toxicidade radioativa", disse um porta-voz do University College Hospital de Londres referindo-se a Scaramella. Outros testes devem ocorrer durante o final de semana.
Autoridades disseram ter encontrado traços de polônio 210 na urina de uma parente de Litvinenko, que segundo a mídia britânica seria sua viúva, Marina. Eles disseram que ela não corria perigo imediato e que qualquer dano a longo prazo parecia ser improvável.
Scaramella encontrou Litvinenko em um restaurante japonês londrino em 1º de novembro, mesmo dia em que o russo adoeceu, para mostrar a ele e-mails de uma fonte avisando que a vida de ambos corria perigo.
Litvinenko, um ex-agente que se tornou um impiedoso crítico do Kremlin, acusou, em carta escrita antes de morrer, o presidente russo Vladimir Putin pela sua lenta e do lorosa morte. Moscou nega envolvimento. Outras teorias levam ao envolvimento de outros agentes russos no assassinato.
Testes de radiação na universidade irlandesa onde o político russo Yegor Gaidar caiu enfermo na semana passada e no hospital onde ele foi tratado deram negativo, disseram autoridades locais.