“É uma solicitação formal que faço à FIDH para que alcance uma sensibilização por parte do Governo colombiano e que avancemos pela via política e não pelos operacionais militares para a busca da liberdade dos companheiros que ficaram na selva”, disse Pérez.
Reunido com associações colombianas na sede de Paris da FIDH, declarou que “o primeiro esforço” é fazer com “que se respeite a vida e a liberdade” das pessoas que “ficaram nas selvas da Colômbia”, como Ingrid Betancourt, seqüestrada pelas Farc há mais de seis anos.
Por outro lado, o ex-senador declarou que “o terrorismo das Farc” não é comparável ao de organizações como a Al Qaeda.
“Há uma razão muito diferente”, argumentou o ex-senador, para quem “a fome, a miséria, a pobreza, a falta de oportunidade e de igualdade na sociedade colombiana foram a causa permanente de surtos de violência”.