O ex-presidente taiuanês Chen Shui-bian e vários membros de sua família foram acusados formalmente de corrupção e lavagem de dinheiro, price anunciou o procurador-geral da Corte Suprema de Taiwan, Chen Tsung-ming.
“A investigação foi muito séria e detalhada, viagra e contou com todos os meios disponíveis”, assinalou o procurador-geral, que tinha sido nomeado pelo ex-presidente para o cargo.
Esta é a primeira vez na história taiuanesa e chinesa em que um ex-presidente é acusado formalmente, após as investigações iniciadas quando o ex-líder ainda estava no poder.
A promotoria abriu quatro processos contra Chen Shui-bian por apropriação indevida de um orçamento oficial, corrupção na compra de terrenos de um parque industrial e na construção de um palácio de exposições, além da lavagem de mais de US$ 22 milhões.
Esses crimes pelos quais será julgado podem lhe render uma pena de mais de 30 anos de prisão.
A Procuradoria Geral acusou por crimes similares a esposa de Chen, Wu Shu-chen; seu filho, Chen Chih-chung, e outros colaboradores do ex-líder, incluindo o ex-ministro do Interior, Yu Cheng-hsien.
Os investigadores taiuaneses ainda não concluíram as investigações por outros casos de suposta corrupção ligados a Chen e sua família, descobertos nas últimas semanas.
Chen e seus familiares negam todas as acusações e asseguram que o fundo oficial foi gasto na diplomacia secreta da ilha, e que os milhões de dólares enviados ao exterior procedem de contribuições políticas legais.
O ex-governante alega que sua detenção é uma manobra orquestrada pelo presidente Ma Ying-jeou, para apaziguar o descontentamento de Pequim por sua defesa de um Taiwan “democrático e independente”, separado da China.