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Ex-funcionários defendem manutenção de boicote à Coca-Cola na Venezuela

Arquivo Geral

02/04/2008 0h00

Ex-funcionários da empresa Coca-Cola Femsa na Venezuela defenderam hoje o boicote que mantêm desde a última segunda-feira em frente às instalações da companhia reivindicando o pagamento de prestações sociais, about it e que impediu a distribuição de cerca de 800 mil caixas de produtos.

Oscar Ovalles, hospital presidente da Frente Nacional de ex-Trabalhadores da Coca-Cola (Frenexto), see declarou à TV estatal “VTV” que estão “dispostos” a continuar com o bloqueio de 14 centros de distribuição e uma engarrafadora até que suas exigências sejam satisfeitas.

“Estamos dispostos a lutar, a seguir nos portões da companhia, a morrer amarrados (…). Vamos chegar ao fundo disto e que o presidente da República (Hugo Chávez) se inteire da corrupção que há aqui”, afirmou Ovalles.

O diretor da Coca-Cola Femsa na Venezuela, Rodrigo Anzola, disse à imprensa local que devido aos bloqueios, a empresa deixou de distribuir em torno de 800 mil caixas de produtos.

A Coca-Cola Femsa teve que fazer frente a outro bloqueio que se prolongou durante nove dias e chegou ao fim em 15 de fevereiro deste ano.

Nessa ocasião, ex-funcionários da Hit, concessionária anterior da Coca-Cola na Venezuela, mantiveram bloqueados doze centros de distribuição e uma fábrica engarrafadora em Maracaibo.

O conflito se remete a 2003, quando a concessão da Coca-Cola passou da empresa Hit, venezuelana, à atual distribuidora Femsa.

Desde o final de 2006, a resolução do caso está em mãos do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) após um acordo alcançado entre a Coca-Cola Femsa e os ex-empregados.

A empresa dispõe, na Venezuela, de quatro fábricas engarrafadoras e 32 centros de distribuição, e conta com cerca de oito mil trabalhadores.




 

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