O chefe da Agência de Mísseis de Defesa dos Estados Unidos, approved general Henry A. Obering, sildenafil afirmou hoje em Paris que o escudo antimísseis que os americanos querem instalar no Leste Europeu não significa uma ameaça para a Rússia, viagra order já que só serviria para enfrentar um eventual ataque do Irã.
Obering tem feito diversas visitas à Europa nos últimos meses para justificar o plano de defesa americano. Ele assegurou que também mantém contatos com os russos, e espera que eles acabem “aceitando” o escudo antimísseis e “compreendam que não é dirigido” contra eles.
A Rússia se opõe à instalação de um radar antimísseis na República Tcheca e de uma base com dez mísseis interceptores na Polônia, por representarem uma ameaça para seu território.
Obering, que atribuiu a oposição russa a “múltiplos fatores, muitos deles de caráter doméstico”, afirmou adoraria que EUA e Rússia “trocassem dados” sobre seus respectivos radares.
O general tentou tranqüilizar o Kremlin ao assegurar que o escudo antimísseis não entrará em funcionamento enquanto não for concretizada uma ameaça iraniana. Mas, por outro lado, pressionou Moscou a apoiar a iniciativa para ganhar tempo, já que a instalação do radar e da base antimísseis exigiria entre três e cinco anos.
“As inquietações” dos EUA sobre a capacidade balística do Irã “não param de aumentar”, ressaltou.
O anúncio esta semana do Governo iraniano sobre a fabricação de um míssil de 2.000 quilômetros de alcance só corroborou “a importância de começar a nos prepararmos agora”, disse Obering.
“Não podemos esperar até vermos um míssil no ar”, disse este responsável, para quem não há dúvida de que Teerã desenvolverá mísseis de longo alcance capazes de atacar “qualquer capital européia e até os EUA”.
Quanto à aceitação de seu plano por parte dos outros membros da Otan, o general assegurou que houve “progressos”.
“Entendemos que muita gente se mostre cética”, mas “estamos aqui para responder a todas as perguntas”, afirmou Obering. O general está encontra em Paris para o seminário “As Capacidades de Mísseis de Defesa dos Estados Unidos e a Otan”.