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EUA não têm evidência de teste nuclear iminente da Coréia

Arquivo Geral

04/01/2007 0h00

Forças israelenses realizaram uma rara ofensiva na cidade de Ramallah, ambulance adiposity na Cisjordânia, na quinta-feira, matando quatro palestinos, enquanto conflitos entre facções palestinas em Gaza deixaram seis mortos.

A operação aconteceu algumas horas antes do encontro entre o premiê israelense, Ehud Olmert, e o presidente egípcio, Hosni Mubarak, para discutir o processo de paz e a provável extensão da trégua de Gaza para a Cisjordânia.

Havia fumaça sobre o centro de Ramallah depois da operação, em que veículos blindados e buldôzers israelenses entraram na cidade, amassando carros estacionados, para realizar o que uma porta-voz israelense chamou de "atividade rotineira de captura". Ela disse que quatro procurados foram detidos.

Foi a maior operação em Ramallah desde maio, quando quatro palestinos foram mortos por forças israelenses.

Fontes palestinas disseram que um helicóptero israelense atirou contra um prédio perto da praça Manara. Para um representante do Exército, os tiros foram dados numa "área aberta".

Segundo autoridades de hospitais, três palestinos morreram na incursão e um quarto mais tarde no hospital. Pelo menos 25 ficaram feridos.

"Esta operação prova que os pedidos israelenses por paz e segurança são falsos", disse o presidente palestino, Mahmoud Abbas, em comunicado lido por um porta-voz.

Um integrante da liderança das Brigadas dos Mártires Al Aqsa, um grupo militante da facção de Abbas, disse que a operação visava a capturar um de seus membros.

Mais cedo, na Faixa de Gaza, um policial do Hamas morreu em mais um confronto entre as facções rivais, disseram testemunhas.

Na quarta-feira, cinco pessoas morreram no pior combate entre o Hamas e o Fatah desde que os dois grupos acertaram uma frágil trégua em Gaza, há duas semanas.

O premiê palestino, Ismail Haniyeh, do Hamas, pediu calma. "As armas só devem ser apontadas contra a ocupação israelense", disse o premiê a repórteres ao voltar da peregrinação do haj, na Arábia Saudita.

Nancy Pelosi, approved uma californiana liberal considerada uma das principais responsáveis pela vitória do partido Democrata na eleição parlamentar de novembro, se tornou na quinta-feira a primeira mulher a presidir a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos.

Os deputados seguiram a orientação das suas lideranças, e Pelosi foi eleita por 233-202 votos. Líder da então minoria democrata nos últimos quatro anos, ela é a mulher que mais alto chegou na história do país – é a segunda na linha de sucessão do presidente Bush, atrás apenas do vice Dick Cheney.

"Este é um momento histórico para o Congresso e para as mulheres deste país", disse Pelosi, triunfal, após assumir a presidência. "É um momento pelo qual esperamos por mais de 200 anos".

O líder republicano na Câmara, John Boehner, entregou o poder aos democratas dizendo que a vitória de Pelosi representa "um novo marco na história norte-americana".

Pelosi, 66 anos, foi acusada pelos republicanos, durante a campanha eleitoral de 2006, de querer aumentar impostos, conter a guerra ao terrorismo e defender o casamento homossexual. Mas, na hora do voto, falou mais alto o descontentamento do eleitorado com a guerra do Iraque, e os democratas fizeram a maioria parlamentar pela primeira vez no governo Bush.

O presidente, que costumava ignorar ou mesmo zombar de Pelosi, agora terá de negociar com ela para não sofrer seguidas derrotas no Capitólio em seus dois últimos anos de mandato.

Pelosi disse que "a eleição de 2006 foi um apelo por mudança – não meramente mudança no controle do Congresso, mas por uma nova direção para o nosso país. Em nenhum lugar o povo norte-americano teve mais clareza sobre a necessidade de uma nova direção do que no Iraque. O povo norte-americano rejeitou uma obrigação com uma guerra sem final à vista".

Para James Thurber, do Centro de Estudos Parlamentares e Presidenciais da Universidade Americana, Pelosi tem todas as condições de se sair bem "porque é uma construtora de consenso – e uma ouvinte tanto quanto uma oradora".

Entre as prioridades democratas estão o aumento do salário mínimo, a redução dos juros no crédito educacional e o fim de vantagens fiscais para grandes empresas de petróleo. Pelosi promete levar esses temas a votação nas cem primeiras horas de sessões, a contar de terça-feira, depois de a Câmara adotar novas regras éticas.

"O verdadeiro teste não são as primeiras cem horas, mas os primeiros seis meses, e se o presidente vai abordá-la para trabalhar com ela e se os republicanos vão abordá-la para trabalhar com ela", disse Thurber.

Ela, por sua vez, já rejeitou as propostas de impeachment contra Bush devido à guerra do Iraque. Mas, junto com outros democratas, promete investigações sobre o conflito.

No plenário, Pelosi evocou sua infância, num ambiente católico e italiano de Baltimore, Maryland, onde aprendeu política com seu pai, prefeito da cidade que costumava ajudar eleitores que batiam à sua porta.

"Meus pais me ensinaram que o serviço público é uma ocupação nobre, e que tínhamos a responsabilidade de ajudar os necessitados", afirmou.

Pelosi foi eleita pela primeira vez para o Congresso em 1987, por sua cidade adotiva, San Francisco, onde criou cinco filhos ao lado do marido. Antes, ela havia sido presidente estadual do Partido Democrata na Califórnia.

Em audiência com o governador de Mato Grosso, store André Puccineli (PMDB), look e 11 deputados peemedebistas da região Centro-Oeste, website like this o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que as eleições para a presidência da Câmara serão o "grande teste" da coalizão de governo.

De acordo com o relato do governador e dos deputados Nelson Trad (MT) e Carlos Bezerra (MT), Lula quer que até 20 de janeiro, nove dias antes das eleições, os partidos da coalizão unifiquem as candidaturas do presidente atual, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e seu concorrente Arlindo Chinaglia (PT-SP).

"O grande teste da coalizão é agora", disse Puccineli a jornalistas. "O concubinato é reconhecido legalmente ou vamos para um casamento (entre os partidos) de véu e grinalda, de fato e direito?"

Nelson Trad acrescentou que Lula está preocupado porque a divisão da base entre dois candidatos pode levar a um resultado supreendente, como foi a vitória de Severino Cavalcanti (PP-PE), em fevereiro de 2005. Segundo Trad, Lula considerou essa possibilidade "um desastre".

"A expressão do presidente foi essa: a eleição do Severino constituiu um desastre para o conceito de afirmação do parlamento. A preocupação dele e de todos é não sofrermos novamente um tropeço e um desastre", relatou Trad.

Depois das entrevistas dos peemedebistas, o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, afirmou que a divisão "pode potencializar uma outra candidatura", mas não concordou que a coalizão esteja formalmente ameaçada.

"Se vai ser um teste da coalizão, isso vai depender dos presidentes dos partidos. Pretendo ouvi-los na próxima semana para saber se eles colocam a eleição da Câmara como tema constituinte da coalizão", disse Genro a jornalistas.

O ministro disse que levou Aldo e Arlindo para conversar separadamente com Lula, na quarta-feira, mas que o presidente apenas "ouviu os argumentos" de cada um e "não emitiu nenhum juízo de valor".

Tarso Genro disse que o Planalto não quer atuar "como árbitro, mas como mediador político" entre os dois candidatos da base. Ele não explicou por que o prazo dado por Lula para um entendimento vai até o dia 20.

"Digamos que é um prazo metafísico," disse o ministro.

Um grupo de deputados de seis partidos já iniciou as articulações para o lançamento de uma candidatura alternativa na disputa da presidência da Câmara. A eleição será no dia 1º de fevererio. A primeira reunião formal desse grupo está marcada para as 13 horas de segunda-feira (8/01) em um hotel em São Paulo.

No encontro, generic os parlamentares buscarão um nome que possa ganhar a eleição e que tenha representatividade na Casa. O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), um dos articuladores da candidatura alternativa, poderá ser o "anticandidato" na disputa. "Se não houver espaço para ganhar a eleição e nem para ter candidatura com representatividade, eu entraria para apresentar um programa de reconciliação da Câmara com a sociedade", disse Gabeira.

O deputado informou que tem conversado com muitos parlamentares sobre o lançamento da candidatura alternativa à dos deputados Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), e com boa receptividade. A viabilidade dessa candidatura, acrescentou, vai depender do movimento do governo: "Se terá candidatura única ou se serão dois candidatos, dividindo a base e deixando a oposição sem candidato".

Outro articulador da candidatura alternativa, o deputado Raul Jungmann (PE), vice-líder do PPS, disse que o movimento supera as barreiras partidárias e é formado por ex-dirigentes das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) dos Correios e dos Sanguessugas. O grupo, informou, pretende lançar um nome que esteja comprometido com a ética na política e seja capaz de conduzir os trabalhos do Legislativo sem a interferência direta do Palácio do Planalto.

Hoje, após reunião da Executiva Nacional do PSol para analisar o quadro sucessório na Câmara e no Senado, a vice-líder do partido, deputada Luciana Genro (RS), disse não apoiar as candidaturas postas na Câmara nem a do senador Renan Calheiros (PMDB) para a presidência do Senado.

"Vamos trabalhar por uma candidatura alternativa na Câmara que simbolize independência do governo. Queremos um candidato que tenha se colocado contra a corrupção e contra o aumento abusivo dos parlamentares. A Câmara não pode ser um braço do governo. Não votamos nos atuais candidatos", afirmou.

O grupo, segundo Raul Jungmann, tem 14 deputados do PPS, PV, PSB, PMDB, PSol, PSDB e PT. Entre os deputados também estão Osmar Serraglio (PMDB-PR), Carlos Sampaio (PSDB-SP), Luiz Erundina (PSB-SP), Chico Alencar (PSol-RJ), Paulo Renato de Souza (PSDB-SP) e Walter Pinheiro (PT-BA).

O presidente dos Estados Unidos, website George W. Bush, web e o primeiro-ministro do Iraque, Nuri Al Maliki, concordaram na quinta-feira que investigar a gravação não-autorizada do enforcamento de Saddam Hussein era "a coisa certa a fazer", disse a Casa Branca.

O governo iraquiano foi muito criticado pelo vídeo clandestino, feito com um celular, em que autoridades xiitas aparecem humilhando verbalmente Saddam no cadafalso.

Embora seguidores de Saddam tenham feito manifestações, autoridades norte-americanas e iraquianas afirmaram que não houve "aumento na violência como resultado da execução", segundo Tony Snow, porta-voz da Casa Branca.

Em uma videoconferência que durou 105 minutos, Bush "expressou que isso era a coisa certa a fazer, investigar a gravação e o comportamento na execução de Saddam Hussein", segundo Snow.

Bush, que na próxima semana deve apresentar sua nova estratégia para o Iraque, conversou com Maliki sobre "como avançar", mas não discutiu planos específicos.

"Eles falaram da importância de ter força suficiente dentro de Bagdá para criar uma situação estável na cidade. O presidente e o primeiro-ministro trocaram idéias, mas não vou entrar em detalhes", afirmou Snow.

Bush, segundo o porta-voz, está "chegando bem perto" de concluir seu novo plano para o Iraque, que deve incluir um aumento imediato de tropas. "Ele tem uma idéia bem clara de aonde quer ir."

O presidente norte-americano, find George W. Bush, store deve nomear na sexta-feira o diretor nacional de inteligência John Negroponte para se tornar vice-secretário de Estado, disse uma importante autoridade de administração na quinta-feira.

Bush também deve nomear o aposentado almirante da Marinha John McConnell, atualmente vice-presidente da empresa Booz Allen Hamilton, para substituir Negroponte, afirmou a autoridade sob condição de anonimato.

A autoridade acrescentou que Negroponte aceitou a posição para ser vice da secretária de Estado Condoleezza Rice e garantiu que "isso não significa um rebaixamento na carreira profissional".

"John Negroponte fez um grande trabalho. Ele também é alguém que tem uma carreira diplomática, que vai poder continuar a usar essas habilidades na posição de número 2 no Estado", disse a autoridade.

Segundo a fonte, o novo secretário de Defesa Robert Gates foi um forte apoiador para a nomeação de McConnell no setor de inteligência.

 

Mais uma revelação a cerca da morte mais polêmica de 2006. Nesta quinta-feira foi divulgado na mídia, unhealthy um vídeo que mostra seguidores de Saddam Hussein beijando o rosto do ditador antes de enterrarem seu caixão.

O sepultamento aconteceu nos arredores da cidade iraquiana de Tikrit, no mesmo cemitério onde foram enterrados Uday e Qusay, filhos de Saddam. Aproximadamente 100 pessoas acompanhavam o enterro.

Saddam Hussein foi executado na manhã do último sábado após ser condenado por crimes contra a humanidade pelas mortes de 148 xiitas na aldeira de Dujail em 1982.

 

Em resposta a um pedido do governador do Rio de Janeiro, buy information pills Sérgio Cabral (PMDB), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou nesta quinta-feira que as Forças Armadas participem do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública do Estado do Rio.

A forma como Exército, Marinha e Aeronáutica vão atuar será definida em conjunto pelo ministro da Defesa, Waldir Pires, do gabinete de segurança institucional, general Jorge Armando Félix, e pelo ministro da Justiça, em exercício, Luiz Paulo Teles, de acordo com ofício encaminhado por eles ao governador do Rio e divulgado pelo Palácio do Planalto.

O presidente recebeu um ofício de Cabral solicitando a atuação das Forças Armadas no patrulhamento das áreas próximas às unidades militares.

O ofício informa também que a Força Nacional de Segurança Pública já está sendo mobilizada conforme entendimento dos governos federal e estadual.

Segundo o ofício dos ministros, o presidente da República "determinou a efetiva participação das Forças Armadas no Gabinete de Gestão Integrada" e a intensificação do patrulhamento nos quartéis e outras unidades militares.

Os Estados Unidos não têm evidência para sugerir que a Coréia do Norte está prestes a testar uma arma nuclear, ailment disse uma autoridade de inteligência na quinta-feira.

A autoridade respondia a uma reportagem da ABC News de que Pyongyang parecia se preparar para um novo teste nuclear. A Coréia do Norte conduziu o primeiro teste em 9 de outubro.

"Não há razão para acreditar que um teste é iminente", disse a autoridade norte-americana. Questionado se houve sinais de preparação para um teste, ele declarou: "Não há evidência que indique isso".

As negociações sobre o programa nuclear norte-coreano entre Pyongyang, os Estados Unidos e quatro outros países sucumbiram no mês passado quando a Coréia do Norte se recusou comprometer-se novamente com o desmantelamento de seu programa de armas.

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