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EUA não associa morte em laboratório russo a arma biológica, diz Trump

Funcionária de laboratório que pesquisa a peste morreu na Sibéria, enquanto EUA, UE e OMS cobram transparência de Moscou

Redação Jornal de Brasília

07/10/2026 16h34

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Foto: AARON SCHWARTZ / AFP

Os Estados Unidos não acreditam que a morte da funcionária de um laboratório que pesquisava a peste em um instituto na Rússia esteja relacionada a uma arma biológica, declarou o presidente americano, Donald Trump, nesta quarta-feira (7).

“Saberemos muito em breve, mas não achamos que seja isso”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, ao ser questionado sobre essa hipótese.

O veículo russo People of Baikal noticiou, na sexta-feira passada, que uma mulher de 28 anos, funcionária de um instituto de pesquisas sobre a peste na região de Irkutsk, na Sibéria, havia morrido em decorrência da doença, possivelmente após contraí-la por causa de um tubo de ensaio quebrado.

Os Estados Unidos, a União Europeia e a Organização Mundial da Saúde pediram à Rússia transparência sobre a situação.

Moscou afirmou, nesta quarta-feira, que não existe “nenhum risco epidêmico” e advertiu contra a divulgação de “informações falsas” após relatos de um segundo caso suspeito.

Trump disse que a Rússia insistia em ter a situação sob controle, mas acrescentou que havia poucas informações.

“Se você ouvir o que eles dizem, está tudo sob controle. Mas, sabe, isso já foi dito antes sobre outras coisas”, comentou Trump.

Ao mencionar a resposta inicial da China à pandemia de covid-19, Trump acrescentou: “Bem, a China não disse muito, e a Rússia também não está dizendo muito. Mas eles dizem que está tudo muito sob controle”.

Trump reiterou que tem uma ligação telefônica marcada com o presidente russo, Vladimir Putin, sobre o assunto, mas não quis dizer quando.

“Hoje é o aniversário de Vladimir Putin”, observou sobre seu homólogo russo.

AFP

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