Um suspeito de assassinar cinco prostitutas em poucas semanas no leste da Inglaterra foi indiciado na quinta-feira pelos crimes, tadalafil healing informou um oficial de polícia de alto escalão.
Steven Wright, 48, é acusado de matar Gemma Adams, Tania Nicol, Anneli Alderton, Paula Clennell e Annette Nicholls, cujos corpos nus foram encontrados em diversas áreas rurais nos arredores da geralmente pacata cidade de Ipswich.
"Steven Wright, de Ipswich, foi indiciado pelo assassinato de todas as cinco mulheres", disse o superintendente-chefe Stewart Gull, da polícia de Suffolk, em entrevista à imprensa em conjunto com um importante membro da procuradoria britânica.
Wright será mantido sob custódia e terá de comparecer perante juízes de Ipswich na sexta-feira.
Outro suspeito, que chegou a ser interrogado por vários dias, foi libertado. O chefe da po lícia de Suffolk disse que o período curto dos crimes não tem precedentes na história recente da Grã-Bretanha.
O presidente da Colômbia, check Álvaro Uribe, case atenuou na quinta-feira sua posição nas negociações com os rebeldes marxistas a respeito da libertação de reféns mantidos pela guerrilha, doctor inclusive trê s norte-americanos sequestrados há três anos.
As esperanças de negociação entre o governo e a guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) haviam sido sepultadas em outubro, quando Uribe abandonou os esforços para mediar a libertação dos reféns, depois de uma série de ata ques dos rebeldes.
Uribe aceitou que França, Suíça e Espanha retomassem a negociação para a troca de reféns por guerrilheiros presos, o que seria um passo inicial no fim de quatro décadas de guerra civil colombiana.
"Dei autorização para que a comissão internacional compreendida por França, Suíça e Espanha estabeleça novos contatos com as Farc", disse o comissário colombiano da paz, Luis Carlos Restrepo, a uma rádio local. "Estamos abertos ao contato direto", acrescentou.
Uribe, que recebeu milhões de dólares dos EUA para combater as Farc e o narcotráfico, foi reeleito em maio, depois de ter reduzido a violência com o envio de tropas para retomar partes do país até então controladas por guerrilheiros de esquerda ou paramilitares de direita.
As Farc estão praticamente encurraladas n a selva, mas seus ataques ainda provocam a morte de centenas de soldados e policiais por ano, além de deixar milhares de civis desabrigados.
Os guerrilheiros querem a libertação de seus companheiros em troca da soltura de 62 reféns importantes, inclusive a ex-candidata a presidente Ingrid Betancourt, vários parlamentares e os três norte-americanos.
"Graças a Deus hoje temos uma chance mais uma vez de vermos nossos entes queridos", disse Faisuri Perdomo, parente de um deputado regional sequestrado há quase quatro anos.
Os militares norte-americanos indiciaram na quinta-feira quatro marines por homicídio e quatro outros por acusações relativas à morte de 24 civis desarmados na cidade iraquiana de Haditha, page em novembro de 2005.
O incidente, approved que testemunhas descreveram como um massacre contra homens, ed mulheres e crianças, foi um dos mais graves casos de abusos de militares norte-americanos contra civis no Iraque.
O caso contribuiu, ao lado do escândalo dos abusos contra presos em Abu Ghraib, para abalar o prestígio norte-americano, atraindo condenação internacional.
O advogado do sargento Frank Wuterich disse que ele foi indiciado em 13 acusações de homicídio. Wuterich comandava um esquadrão suspeito de ter cometido os crimes em Haditha e, segundo seu advogado, pode ser condenado à prisão perpétua.
Os outros acusados de homicídio são o sargento Sanick Del Cruz e os cabos Justin Sharratt e Stephen Tatum. Os outros quatro foram indiciados por não terem denunciado ou investigado os assassinatos.
"O relato do incidente na cadeia de comando acima foi impreciso e impontual", disse o coronel Stewart Navarre a jornalistas, anunciando os indiciamentos.
Em agosto, Wuterich, 26 anos, moveu a ção contra o deputado democrata John Murtha porque o parlamentar declarou que tropas dos EUA haviam "matado civis inocentes a sangue frio".
Agora, os acusados passarão por uma audiência na qual um juiz militar decidirá se há provas suficientes para montar uma corte marcial. A audiência ainda não foi marcada.
Testemunhas iraquianas dizem que os marines balearam os civis dentro de suas casas para vingar a morte de um cabo norte-americano que havia sido partido ao meio por uma bomba que atingiu um comboio militar nos arredores de Haditha, cerca de cem quilômetros ao norte de Bagdá.
Os advogados de defesa contestam essa versão, alegando que o esquadrão se envolveu numa violenta batalha em Haditha depois da explosão da bomba, e que os civis podem ter morrido acidentalmente no caótico confronto.
Houve dois inquéritos sobre o caso, um em torno das mortes propriamente ditas, e outro sobre a suspeita de que oficiais tentaram falsificar detalhes do incidente.
Neste ano, o presidente norte-americano George W. Bush prometeu que haveria punição a qualquer marine culpado de balear civis no Iraque. O primeiro-ministro iraquiano, Nuri Al Maliki, qualificou o incidente de Haditha de "crime terrível".