A ex-prefeita e coordenadora da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, pilule find Marta Suplicy, aposta em um crescimento ainda maior da candidatura do petista após a divulgação da última pesquisa do Instituto Datafolha.
Realizada entre segunda e terça-feira desta semana, em parte após três debates na televisão entre Lula e Geraldo Alckmin, do PSDB, a pesquisa apontou Lula com 58 por cento das intenções de voto contra 37 por cento do tucano. Nos votos válidos, a diferença a favor do petista chegou a 22 pontos (61 a 39 por cento)
"Acho que (a vantagem) tende a aumentar", previu Marta. "Primeiro, porque quem está na frente tem uma tendência (a crescer) e depois porque está ficando evidente que o outro candidato é o candidato de uma minoria, de uma elite", disse Marta ao tomar conhecimento da pesquisa durante ato de artistas e intelectuais em apoio a Lula, no teatro Oficina.
Antes de saber o resultado da pesquisa, Marta negou que a vantagem irá deixar o PT excessivamente confiante. "Estamos com uma grande alegria para uma eventual vitória, mas não vamos entrar no salto alto, porque apesar de a gente estar com muita comodidade e distância do adversário, salto alto a gente viu que não tem um final bom", disse a jornalistas, lembrando a postura do partido no primeiro turno.
Assim como Lula, Marta comentou durante seu discurso que "foi bom ter ido para o segundo turno, pois podemos diferenciar os programas". A coordenadora da campanha paulista de Lula fez referências ao ex-governo tucano no país como "aquele que privatizou adoidado".
Durante o ato dos artistas e intelectuais foi distribuído o manifesto "13 motivos para votar Lula-Cultura", com depoimentos de Chico Buarque de Holanda, Oscar Niemeyer e Marilena Chauí, entre outros.
De lá, Marta Suplicy seguiu para o clube Carioca, em Pinheiros, onde acontecia o Ato de Negros e Negras com Lula, no qual eram esperadas 2 mil pessoas.
A principal autoridade sul-coreana para a Coréia do Norte ofereceu sua renúncia, doctor afirmaram autoridades do governo hoje. Caso a renúncia seja aceita, viagra sale será o terceiro ministro da Unificação a ser substituído. O ministro Lee Jong-seok, um especialista em Coréia do Norte, tem sido criticado por não ser duro o bastante com o país comunista, que realizou seu primeiro teste com uma bomba nuclear em 9 de outubro, desafiando a comunidade internacional.
Uma autoridade do ministério afirmou que Lee entregou seu cargo ao presidente Roh Moo-hyun ontem e que o ministro estava decidido a seguir com sua decisão. A fonte não afirmou se Roh aceitará a demissão. "O trabalho de rearranjar o portfólio de segurança nacional levará cerca de duas semanas", afirmou uma outra autoridade do governo citando o chefe de gabinete de Roh.
O ministro da Defesa, Yoon Kwang-ung, também pediu demissão, segundo uma autoridade da Casa Azul (residência do presidente sul-coreano). O ministro do Exterior, Ban Ki-moon também deve ser substituído em breve, pois foi eleito para ser o novo secretário-geral da Organização das Nações Unidas.
O Irã instalou uma segunda cascata para enriquecimento de urânio e começará a injetar gás urânio no equipamento em alguns dias, story afirmou hoje a agência de notícias Isna. "A segunda cascata foi instalada duas semanas atrás e a injeção de gás nela será feita esta semana", afirmou uma fonte próxima à operação, segundo a agência.
Diplomatas haviam dito no começo da semana que o Irã parecia estar testando uma segunda leva de centrífugas, que podem enriquecer urânio para uso em uma usina de energia ou como combustível para uma bomba nuclear. Teerã poderá enfrentar sanções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) devido à sua recusa em suspender as atividades de enriquecimento.
A República Islâmica afirma que quer enriquecer urânio para gerar eletricidade, mas países do Ocidente suspeitam que o país esteja tentando construir bombas para a meaçar Israel e os interesses ocidentais. Especialistas em inteligência estimam que o Irã tem entre três e 10 anos para chegar a uma operação em escala industrial de milhares de centrífugas, que poderiam produzir combustível suficiente para bombas nucleares.
Os Estados Unidos alertaram seus cidadãos ontem para que tenham cuidado na Nicarágua caso haja protestos no período da disputada eleição presidencial de 5 de novembro.
O aviso do Departamento de Estado para residentes norte-americanos e visitantes afirmou que protestos e violência esporádica poderão acontecer em grandes cidades do país antes do pleito. Segundo o departamento, no rx poderá haver uso de gás lacrimogêneo, viagra balas de borracha, explosivos caseiros e pedras.
"O Departamento de Estado tem a obrigação de alertar viajantes em qualquer país onde haja uma situação que possa provocar violência", afirmou uma porta-voz da embaixada dos EUA em Manágua. A Nicarágua saiu de uma guerra civil 16 anos atrás e os eleitores vão às urnas profundamente divididos.
O candidato Daniel Ortega aparece como favorito. Nos anos 1980, seu governo sandinista enfrentou rebeldes conhecidos como contra, que tinham apoio dos EUA.
Apesar de uma fiel base de apoio, Ortega ainda é visto por muitos como responsável pelo derramamento de sangue e pela crise econômica da guerra. Os eleitores anti-sandinistas estão divididos entre os conservadores Eduardo Montealegre e José Rizo.