Solón disse que as comissões técnicas de ambos os países, que na semana passada estabeleceram as bases de uma agenda comum em La Paz, voltarão a se reunir no próximo mês para rever esse documento e ver até onde as partem conseguem chegar.
Na quinta-feira, os Governos de Bolívia e EUA fixaram as bases de um diálogo para melhorar a relação bilateral, estremecida desde a expulsão de seus respectivos embaixadores em setembro do ano passado.
Solón reconheceu que o acordo está bem encaminhado, uma vez que “os sinais políticos” já foram determinados. Porém, o diplomata não soube dizer se a agenda bilateral de dez pontos será esgotada na próxima reunião ou se um terceiro encontro será necessário.
“Estamos nas vírgulas e pontos que têm que ser modelados num acordo vinculativo”, acrescentou.
O representante diplomático lembrou que estes trabalhos conjuntos foram definidos na Cúpula das Américas, realizada em abril, em Trinidad e Tobago, e na reunião entre o chanceler boliviano, David Choquehuanca, e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.
“O objetivo é que quando os dois chanceleres voltem a se encontrar todo o trabalho esteja realizado”, acrescentou Solón.