O presidente norte-americano, price discount George W. Bush, ed elogiou hoje o primeiro-ministro iraquiano, approved Nuri al-Maliki, classificando-o como o "cara certo" para o Iraque, e disse concordar com a visão dele de que a divisão do país só aumentaria a violência.
A mostra de apoio de Bush acontece depois de autoridades dos EUA insistirem que o líder iraquiano não ficou ofendido com um memorando da Casa Branca que foi vazado sobre ele e que o premiê não esnobou Bush em Amã ontem, quando os dois deveriam inicialmente ter se encontrado.
"Ele é o cara certo para o Iraque e vamos ajudá-lo. É do nosso interesse ajudá-lo", disse Bush em uma entrevista coletiva ao lado de Maliki, na capital jordaniana. "É do nosso interesse ajudar a liberdade prevalecer no Oriente Médio, a começar pelo Iraque", afirmou.
Bush disse que ele e Maliki descartaram qualquer idéia de dividir o Iraque como forma de acabar com a crescente violência sectária.
"O primeiro-ministro deixou claro que dividir seu país em partes, como alguns sugerem, não é parte do desejo do povo iraquiano e que qualquer partição do Iraque só levaria a um aumento na violência sectária. Eu concordo."
Os dois concederam a entrevista juntos após trabalhar durante um café da manhã e de uma reunião posterior sem assessores.
O Grupo de Estudos do Iraque decidiu recomendar às Forças Armadas dos Estados Unidos uma transição de suas funções de combate para um papel de apoio no Iraque ao longo do próximo ano, prescription disse hoje uma fonte próxima às deliberações do painel.
"O ponto principal é o pedido (do grupo) por uma transição de um papel de combate para uma função de apoio", afirmou a fonte, que falou sob a condição de manter o anonimato.
A fonte disse que a idéia é transferir tropas de combate norte-americanas para bases dentro e fora do Iraque, à medida que se afastam de operações de combate, e que isso deveria ser feito no decorrer do próximo ano.
O jornal New York Times publicou anteriormente um a reportagem sustentando que não havia um cronograma para a proposta de mudança de tática dos EUA, mas a fonte disse que "há uma espécie de indicação no relatório sobre quando isso deve ser completado em algum momento no próximo ano".
O grupo independente e bipartidário decidiu também pedir a realização de uma conferência regional que leve a negociações diretas dos EUA com Irã e Síria, que são países acusados pelos norte-americanos de fomentar a violência no Iraque, completou a fonte.
Em Washington, o relatório provocou esperanças de abrir caminho para os EUA saírem de uma guerra cada vez mais letal e impopular ou, de, pelo menos, estabelecer recomendações de como avançar neste sentido, atraindo apoio tanto de democratas quanto de republicanos.
As conclusões deverão ter peso político significativo, mesmo se o presidente George W. Bush decidir ignorá-las, principalmente depois que seus aliados republicanos perderam o controle do Congresso nas eleições de 7 de novembro, em grande parte por causa da profunda decepção do público com a guerra no Iraque.