Menu
Mundo

EUA definem com parceiros que desnuclearização é única opção de Pyongyang

Arquivo Geral

22/07/2009 0h00

Os Estados Unidos e seus quatro parceiros na negociações com a Coreia do Norte – China, stuff Japão, Coreia do Sul e Rússia – decidiram hoje que a única opção do regime de Pyongyang é a “desnuclearização irreversível” e “completa”.

Esse anúncio foi feito pela secretária de Estado americana, Hillary Clinton, após as reuniões mantidas na ilha tailandesa de Phuket, na véspera da realização do fórum asiático de segurança.

Hillary disse, em entrevista coletiva, que China, Coreia do Sul, Japão e Rússia estavam de acordo com que sua postura com o regime norte-coreano devia ser dura.

“Não tentamos recompensar a Coreia do Norte para que retorne”, disse.

A chefe da diplomacia americana disse que também destacaram “a necessidade de que o processo de implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU tem que ser transparente, vigoroso e unificado”.

“Falamos também dos passos que temos que adotar de forma individual e conjunta para que seja aplicado o embargo de armas, as medidas financeiras e as inspeções”, disse Hillary.

Antes, o Governo japonês defendeu que o fórum asiático de segurança, do qual fazem parte União Europeia, Estados Unidos e outros 25 países, condene duramente a intenção da Coreia do Norte de continuar seu programa de armas nucleares.

“Devemos deixar claro que o desenvolvimento dos programas nuclear e de mísseis pela Coreia do Norte nunca poderá ser tolerado”, disse, em entrevista coletiva, o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores japonês, Kazuo Kodama.

Pyongyang afirmou, em abril, que estava abandonando as negociações para sua desnuclearização, como protesto perante a condenação do Conselho de Segurança das Nações Unidas pelo lançamento de um foguete de longo alcance naquele mesmo mês, que se suspeita que fosse o teste encoberto de um míssil.

Além disso, o regime norte-coreano realizou seu segundo teste nuclear em maio, e depois fez vários lançamentos de prova de mísseis de curto alcance em direção ao Mar do Leste (Mar do Japão), o que gerou novas e mais firmes sanções do Conselho de Segurança.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado